Rua Direita
Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015
João Monge de Gouveia

Direita comemora sozinha 40 anos do 25 de Novembro

Publicado Por João Monge de Gouveia em 25/11/15
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João Monge de Gouveia

O executivo liderado por António Costa, que tomará posse na quinta-feira e integra 17 ministros, além do primeiro-ministro, é um dos maiores dos vinte Governos Constitucionais desde 1976, que tiveram em média 16 ministérios.

Publicado Por João Monge de Gouveia em 25/11/15
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Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
Francisco Beirão Belo

 

Publicado Por Francisco Beirão Belo em 15/11/11
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Terça-feira, 7 de Junho de 2011
Rua Direita

 

Há trinta e poucos dias juntámo-nos para ajudar o país a virar a página do socialismo. Juntámo-nos para assegurar que o CDS teria um papel determinante nessa viragem. Juntámo-nos para mostrar que o CDS, as suas políticas e os seus eleitores eram bem mais do que caricaturas. Trinta e poucos dias depois, os nossos objectivos foram cumpridos.

 

Relativamente à edição de 2009, as nossas visitas aumentaram 33%, as nossas pageviews aumentaram 36% e o tempo que cada um de vós nos dedicou, em cada uma dessas visitas, aumentou 34%. Estes números demonstram que, mesmo em tempo de campanha eleitoral, ainda há quem se interesse por uma discussão livre e aberta. E isto deixa-nos particularmente satisfeitos e orgulhosos.

 

Muito obrigado por terem passado por esta Rua.

Publicado Por Rua Direita em 7/6/11
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Margarida Furtado de Mendonça

Os portugueses escolheram um caminho e esse caminho é à Direita. Não a eito, mas a direito.
Estou muito satisfeita com o resultado. O CDS conquistou o seu eleitorado pelo seu trabalho e mérito, ultrapassou uma série de obstáculos e cresceu! E vai continuar.
O CDS está de Parabéns e elegeu 24 deputados! A Rua Direita também está de Parabéns, elegeu 2 (desses) deputados!
Parabéns a todos, ao CDS, ao Paulo Portas, à Inês e ao Adolfo aos meus amigos deputados e a todos os que foram para a rua suar e pregar cada voto.

Vim para a esta rua em 2009 a convite dos meus amigos Luisa e João (sabe Deus por alma de que Santo, acharam que eu tinha alguma coisa a dizer). Desta ronda foi o Adolfo que fez o chamado. Obrigada, foi bom estar aqui. Aprendi muito.

À magnifica vizinhança desta rua, quero dizer que foi uma honra passear convosco. Obrigada. São todos francamente melhores vizinhos do que eu que me limitei a calcetar algumas pedras da calçada. Enquanto que alguns dos meus ilustres vizinhos tornaram a Rua Direita uma rua de passagem obrigatória para todos os que nos acompanharam.

Agora… é preciso trabalho, trabalho, trabalho e de qualidade. Confio no CDS como força competente e fundamental para os próximos 4 anos.
Nós cá nos havemos de encontrar, se Deus quiser, por essa altura.

 

(to be continued...)

Publicado Por Margarida Furtado de Mendonça em 7/6/11
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Gonçalo Delicado

Juntámo-nos nesta rua com o objectivo de ajudar o CDS a crescer nas eleições e fomos bem sucedidos: o CDS aumentou o número de deputados, cresceu em percentagem, consolidou-se como terceira força partidária e aumentou o número de eleitores. Para melhorar, ainda elegemos 2 deputados: parabéns Inês e Adolfo!

 

Em relação aos resultados de Domingo, o PSD foi o grande vencedor, fazendo-se valer de um claro apelo ao voto útil (intensificado na última semana), o qual surtiu grande efeito e prejudicou fortemente o CDS. Mas se é certo que o PSD conseguiu capitalizar votos com o seu apelo, também é verdade que o CDS não conseguiu contrariar essa tendência. Mesmo assim conseguimos um resultado suficientemente forte que nos permite ter voz activa no governo.

 

Cumprida a missão é tempo de ir passear para outro lado.

 

Obrigado vizinhos pela fantástica companhia, com um obrigado especial à Margarida Furtado de Mendonça que me desafiou para este passeio.

Publicado Por Gonçalo Delicado em 7/6/11
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João Maria Condeixa

Contrariamente à maioria das pessoas, eu sou muito bom na altura das despedidas. Muito bom, mesmo! Tenho sempre um "até logo" para deixar. Quero isto dizer que nunca me despedi de ninguém em definitivo. E com o Rua Direita vai-se passar o mesmo.

 

Gostei de andar por esta rua, de me cruzar diariamente com pessoas cuja cor dos olhos e o tom de pele nunca vi. Sei que vou ficar com a caixa de e-mail mais aliviada - sim, porque para quem não sabe, fica a saber: nós habitantes desta rua somos meninos para produzir cerca de 150 mails por dia, por vezes, 151, sem tocarmos no nome de José Sócrates e sem nos queixarmos muito disso - mas com isto não quero dizer que não venha a sentir falta das conversas que por aqui tivemos.

 

Foi um orgulho e acho, muito sinceramente, que atingimos parte do que nos propusemos. Pelo menos discutimos bastante e passámos um exemplo que os partidos também deveriam perfilhar: numa mesma casa podem conviver e discutir, sem carneirismos, opiniões várias, sem originar exclusões ou perda de identidade. Onde o poder não corrompeu, esse exercício salutar é possível. Felizmente, daquilo que conheço, o CDS é o partido que mais se aproxima desta utopia.

 

E agora se não se importam, vou voltar ao trabalho. Até logo!

Publicado Por João Maria Condeixa em 7/6/11
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Zélia Pinheiro

A missão do Rua Direita 2011 foi cumprida. Agora seguem-se outros caminhos. Pela minha parte, obrigada a todos, que fui conhecendo, comentando ou apenas lendo, sempre a aprender algo de novo. Um especial agradecimento é devido à Inês, que me convidou, e ao Tomás e ao Adolfo, que tão bem orientaram os trabalhos. Este foi um espaço em que a riqueza e o pluralismo das ideias conviveram com o empenhamento num projecto comum, e a experiência, para mim, foi muitissimo enriquecedora.

Como, no fundo ou menos no fundo, somos todos conservadores, deixo aqui um Nat King Cole de sempre: Straighten Up and Fly Right.

 

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Publicado Por Zélia Pinheiro em 7/6/11
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Miguel Sanches

Vizinhos, amigos e transeuntes em geral,

 

Que grande Rua esta onde vivemos a campanha eleitoral. Por aqui discutiu-se, argumentou-se e questionou-se aquilo que mais interessava. Propostas e políticas a seguir para recuperar o País do pântano onde mais uma vez o Partido Socialista nos meteu.

 

O CDS está de parabéns pelo excelente resultado e a Rua Direita também. Nas palavras do próprio Paulo Portas, no que toca aos argumentos, a Rua Direita arrasou.

 

Para um novato na blogosfera como eu foi uma honra e um privilégio ter tão ilustres vizinhos. Parabéns a todos. Sobertudo ao incansável Tomás e ao Adolfo mas permitam-me que felicite em especial a Inês com quem, para além de conviver de perto durante os últimos meses, cheguei a esta Rua.

 

Até Breve.

 

  

   

Publicado Por Miguel Sanches em 7/6/11
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Filipe Diaz

Desafiado pelo Adolfo e muito bem acompanhado, foi nesta Rua Direita que dei os meus primeiros passos na blogosfera e ganhei o gosto por estas andanças.

 

A todos os que por aqui andaram deixo um Obrigado, e aos que agora assumem os rumos e destinos do nosso país deixo as seguintes palavras de Margaret Thatcher: If you just set out to be liked, you would be prepared to compromise on anything at any time, and you would achieve nothing.

Publicado Por Filipe Diaz em 7/6/11
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Tiago Pestana de Vasconcelos

Apesar da curta participação foi um gosto andar por aqui, convosco, a tentar endireitar Portugal.

 

Esperemos que tenham acabado os dias das vias sinuosas e sigamos agora em linha recta, em direcção a um futuro melhor!

 

Vemo-nos por aí...

Publicado Por Tiago Pestana de Vasconcelos em 7/6/11
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João Pinheiro da Silva

Obrigado a todos os vizinhos desta Rua Direita que tanta sabedoria demonstraram ao longo do último mês.

 

Obrigado especialmente ao Adolfo que me lançou o desafio de andar também por aqui.

 

Aos dois deputados desta Rua desejo a melhor sorte, porque também vão precisar dela.

 

Infelizmente só vos reencontrarei a todos daqui a quatro anos, sim, porque a próxima legislatura vai até ao fim.

 

Vêmo-nos em 2015!

Publicado Por João Pinheiro da Silva em 7/6/11
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José Maria Montenegro

A expressiva maioria – de votos e deputados – que sustenta o próximo Governo constitui, acima de tudo, uma enorme responsabilidade. Este é o momento da exigência, do mérito e do cumprimento da palavra. Já dizia Sir Winston Churchill, «O preço da grandeza é a responsabilidade».

 

PS. Meus amigos, obrigado pela companhia! Um forte abraço a todos!

Publicado Por José Maria Montenegro em 7/6/11
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Vasco Lobo Xavier

A Rua Direita foi das melhores para calcorrear nesta campanha: aqui é que se fizeram as mais monumentais arruadas, sempre muito agradáveis de seguir. Foi um verdadeiro prazer ler-vos (já que escrevi tão pouco) e uma honra integrar uma vez mais esta equipa.

 

Até daqui a quatro anos, esperando que nessa altura Portugal esteja bem melhor.

Publicado Por Vasco Lobo Xavier em 7/6/11
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João Monge de Gouveia

É altura de despedidas, para as quais não tenho o minimo jeito, talvez seja por não gostar.

  

Mas não posso, sair desta rua sem fazer alguns agradecimentos, tipo óscares:

 

Agradecer ao João Távora e ao Adolfo terem-me proporcionado escrever aqui, ao Tomás pela paciência a um info excluido como eu e a todos os meus vizinhos, foi um prazer escrever com todos vocês. Que grande Grupo!!

 

Quero também agradecer a quem nos seguiu, leu e comentou.

 

Por fim, não posso deixar de agradecer a Fernando Nobre e aos "Abrantes" desta vida, sem os quais alguns posts não teriam sido possiveis.

 

Em jeito de comentário final, sei que contribuimos para o bom resultado do CDS nestas eleições.

 

Encontramo-nos por ai, sendo que por ora, vou andar por aqui.

 

Melhor do que dizer até logo é Até já! 

 

 

 

Publicado Por João Monge de Gouveia em 7/6/11
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Helena Costa Cabral

Já tudo foi dito, por isso não me alongo nas despedidas: foi uma honra fazer parte de um projecto tão decisivo, competente, motivador e entusiasmante como este. Muito obrigada a todos e parabéns especialmente aos mais trabalhadores que eu tanto admiro.

 

O nosso factor de união, o CDS, está de parabéns por ter crescido, por se ter assumido como uma verdadeira alternativa e por ter dado esperança a tantos desiludidos com o panorama político nacional. Vai fazer toda a diferença neste novo governo, para bem de Portugal.

 

Uma palavrinha final e uma sugestão para Sócrates y sus chicos: tchauzinho. Como já não se aguenta a banda sonora do Gladiador, sugiro a alteração para um clássico dos The Cure que inspirou o título deste post.

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Publicado Por Helena Costa Cabral em 7/6/11
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João Lamy da Fontoura
Publicado Por João Lamy da Fontoura em 7/6/11
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Sophia Caetano Martin

A Rua Direita 2011 fica por aqui e foi uma honra passear com os vizinhos fantásticos que nela encontrei. Aprendi imenso convosco.

 

Quanto ao CDS, este é o momento de mostrar do que é capaz e de ultrapassar as nossas melhores expectativas. Bom trabalho!

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Publicado Por Sophia Caetano Martin em 7/6/11
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
Pedro Gomes Sanches

"Os problemas da vitória são mais agradáveis que

 os da derrota, mas não são menos difíceis."

Sir Winston Churchill

 

As circunstâncias não permitirão dispersões do que é importante, não obstante a pressão que uma certa baixa política fará para que o debate político se perca com pequenas intrigas; desde logo na constituição do Governo.

 

As circunstâncias não permitirão recuos no caminho a seguir de ganhos de eficácia e de redução de despesa que urge garantir em toda a Administração Pública, não obstante as manifestações e movimentações que os diversos interesses não deixarão de fazer em seu próprio proveito, em detrimento do bem comum; desde o Poder Local, aos Gestores Públicos, passando pelos diversos interesses sectoriais, os fornecedores de bens e serviços, etc...

 

As circunstâncias não permitirão e é fundamental que o Governo também não o faça.

 

O que se pede a Pedro Passos Coelho e à equipa que ele convidar para o acompanhar nesta travessia do deserto, se os desafios que se nos colocam forem para vencer, é um trabalho de uma exigência sem igual na história recente do país.

 

Os Ministérios e as Secretarias de Estados devem ter lideranças fortes, emanarem caminhos inequívocos e serem promotores de agilidade nos processos.

 

Os gabinetes não podem ser plataformas de acção partidária, mas antes estruturas tecnicamente virtuosas, com fortes conhecimentos da administração e, necessariamente, da confiança política do Governo.

 

Na gestão de topo – e na intermédia – da Administração Pública há profissionais competentes, independentemente da sua filiação partidária, e a caça às bruxas não é recomendável, porque não é justa, não é eficaz e tem custos elevadíssimos. A substituição dos boys deverá ser uma tentação a não ceder. Mas quem, dos que estão, não tiver competência, alinhamento ou vontade para o caminho que se lhes pede, deve ser prontamente substituído.

 

O que aí vem é exigente, pode angustiar e vai fazer sofrer, mas deve ser perspectivado, mais do que como uma necessidade, como uma oportunidade de reforçar a competitividade de Portugal.

 

Mas nada disto cabe já nesta Rua. Esta Rua – que grande Rua! – conduziu-nos a uma Avenida bem maior.

 

Um muito obrigado ao Pedro Mota Soares, ao Adolfo Mesquita Nunes e ao Tomás Belchior, que, a partir de um encontro fortuito em Carcavelos com os dois primeiros, aqui me conduziram, para que o terceiro, pronta e muito gentilmente, me facultasse o acesso.

 

Foi um enorme gosto estar convosco. Espero que só tenhamos necessidade de cá voltar daqui a 4 anos…

 

__________________________________

* Não é uma provocação barata, amigos conservadores, liberais, democratas-cristãos e tudo o mais que o CDS comporta. O livro de Manuel Tiago é uma obra do Realismo, que fala sobre luta, resistência e privações. Um bom título para o que dia se segue… (Para os mais inquietos e para me retratar, citei, logo depois, o nosso Winston!)

Publicado Por Pedro Gomes Sanches em 6/6/11
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Ana Rita Bessa

...mas pemitiu um grande passeio!

 

Quando me mudei para ela, quase por acaso, não conhecia ninguém.

Mas quem já cá tinha morado, tinha-me assegurado ser de boa gente. Gente que partilhava um visão do país, para além da "sua rua". Gente que sabia do que falava sem achar que sabia tudo, que se ouvia sem ter que concordar, que acrescentava sem ter que destruir e que sabia rir com a finura de um true british humor.

 

Confirmei integralmente!

 

Ontem, esta Rua que agora acaba, ficou maior do que si mesma. Se calhar é também por isso que faz sentido acabar. Porque os tempos serão outros e fazemos mais falta noutras ruas.

 

Como, ao longo destes dias,  fui "dando música" ao blog, parece-me justo terminar com esta, inteiramente dedicada aos meus vizinhos: you're the top!

 

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Publicado Por Ana Rita Bessa em 6/6/11
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Francisco Meireles

Gostei muito desta experiência de participar num blog de campanha. Não sei se é possível medir o impacto de um blog deste tipo, mas pelo meu lado fiquei satisfeito por Paulo Portas ter mostrado apreço pelo trabalho que fizemos.

 

Apreciei particularmente a diversidade e multitude de posts que diariamente acompanhavam os desenvolvimentos da campanha e a profundidade de um ou outro sobre assuntos mais sérios, nomeadamente sobre o Manifesto eleitoral do CDS. Quero acreditar que, de algum modo, contribuímos para o CDS ter crescido no contexto difícil em que as eleições se realizaram (tendência para a alternância pronunciada e reforçada pelas sondagens, em lugar da alternativa que, acredito, Portugal precisa e merece - mesmo se as sondagens, desta vez, foram mais favoráveis ao CDS do que os resultados finais).

 

Quero sobretudo assinalar os excelentes companheiros e companheiras de percurso que aqui conheci, pessoalmente ou por escritos, e a correcção dos debates que se foram desenvolvendo. Aqui fica a minha disponibilidade para futuras aventuras, quando forem necessárias. E os parabéns aos que foram eleitos deputados: que Deus os abençoe neste novo desafio e lhes permita continuar a contribuir para o crescimento do CDS e a implantação das nossas ideias.

 

Quanto ao mais, desejo apenas que o CDS possa estar no Governo à altura do que prometeu na oposição e que o Governo seja unido para levar a bom porto as difíceis tarefas que lhe incumbem. Portugal bem precisa.

Publicado Por Francisco Meireles em 6/6/11
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João Ferreira Rebelo

Durante alguns tempos andamos por aqui a trocar umas ideias, muito saudáveis e sustentadas, sobre o que seria bom para Portugal na próxima legislatura. Já não precisamos neste momento de explicar o que é o verdadeiro voto útil.

 

Os resultados estão à vista. São cada vez os que pensam como nós e que acreditam que o CDS faz parte activa da solução que todos precisamos. Agora é altura de dar o voto de confiança.

 

Foi um prazer andar por aqui, o meu muito obrigado a Todos os vizinhos e a Todos quantos nos seguiram e connosco trocaram argumentos.

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Publicado Por João Ferreira Rebelo em 6/6/11
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CM

Esta Rua Direita - que foi uma Avenida - foi a direito (com muito Direito...) e traçou o seu caminho. Fez vizinhos, amigos e lançou argumentos, desafios e pensamentos. Foi uma Rua à antiga, cheia de salutar convivencia e democratica troca de ideias.

 

A Rua conduziu ainda, a direito e pela Direita, dois dos nossos autores aos tortuosos lugares da Assembleia da Republica, e mais do que felicita-los pelo feito (e felicito, com enorme honra e prazer), dirijo um aviso que a direito e pela Direita vos vigiarei para que mesmo saindo da Rua Direita para a outra (de S.Bento), nunca se percam.

 

Por fim, a Rua cumpriu o seu objectivo de levar a algum lado. Que esse lado seja direita como ela, sigamos em frente, saibamos ser melhores, mesmo com as diferenças que por direito surgem, mas que por direito nos tornam mais vivos, mas capazes. Que o mérito da palavra da Rua, nos leve direito ao sucesso!

 

Parabens a todos e obrigado pela amizade!

Publicado Por CM em 6/6/11
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João Monge de Gouveia

José Sócrates - Teve o pior resultado do PS nos últimos 20 anos, isto apesar de todas as sondagens dizerem o contrário. Deixa o PS e o País num estado calamitoso. Não deixa, num lado nem noutro (só para alguns como os Abrantes deixará) saudades!

 

Francisco Louçã/Bloco de Esquerda - O Bloco perdeu 270 mil votos e metade dos deputados, qualquer outro líder demitia-se, Louçã mantêm-se...

 

MEP - Desceu a sua votação, perdeu os votos obtidos nas últimas legislativas e nas Europeias. Provavelmente extinguir-se-á. Espero que Rui Marques se mantenha na vida politica...

 

Coelho/PTP - Os resultados das presidenciais não se repetiram e tem até menos votos que o PND na Madeira.. Não elegeu 20 deputados nem vai ser primeiro ministro como dizia...

 

Os "Abrantes" - Agora vão escrever de um café qualquer com wi-fi que S. Bento já não vos paga a net.

 

Os "Seguranças" - O Vader não consegui entregar a factura, mas tudo acabou num video em que são todos identificados. Espero que se recordem dos anti-democratas.

 

 

 

Publicado Por João Monge de Gouveia em 6/6/11
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João Monge de Gouveia

Povo Português/Portugal - Foi o maior vencedor da noite. Acabou com o Poder do PS e de José Sócrates, foi pena foi a abstenção, mas se há vencedor nesta noite, sem duvida que foi Portugal e o seu Povo.

 

PSD/Pedro Passos Coelho - Podem dizer que foi porque os Portugueses quiseram "correr" com Sócrates, mas o certo é que ganhou as eleições.

 

CDS/Paulo Portas - Mais deputados, mais votos um franco crescimento. O PSD só terá maioria com o CDS. Consolidação de resultado de 2009. Sem dúvida um dos Vencedores.

 

PCP - Passou a quarta força Política, tem mais um deputado e mais votos. Podem ter, depois de muitos anos, o discurso da vitória.

 

Partido dos Animais - Passaram todos os pequenos menos o MRPP, uma surpresa e uma boa votação.

 

Rua Direita - Tem dois deputados e um sub grupo parlamentar dentro do CDS. Como é óbvio iremos pedir contas aos nossos dois deputados.

 

 

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Publicado Por João Monge de Gouveia em 6/6/11
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José Meireles Graça

Acabou.


Dentro de uns dias a realidade começará a cair sobre nós. Não vai ser pêra doce: o que precisa ser feito contará com a oposição da rua, sob a égide do PCP e dos farrapos genuinamente revolucionários do BE, e talvez - essa a incógnita - de um PS estatista que é e travestido de partido revolucionário que às vezes lhe convém fingir ser.

Não sabemos - eu decerto não sei - como vai ser. Hoje por hoje tenho direito a um suspiro de alívio e esperança: Que Sócrates seja definitivamente o has-been da política da miragem, dos truques, do Estado metediço, controleiro, caloteiro e modernaço; que a imensa legião dos boys vá fazer pela vida, sem que nos lugares vagos apareçam sósias da nova maioria; que o Governo restaure um módico de sanidade, seriedade e probidade na gestão da coisa pública; que o Estado se reforme sob a senda da humildade e da contenção - que saia, numa palavra, das costas e do caminho de quem pode e sabe honestamente fazer alguma coisa por si, que é ainda a melhor maneira de fazer alguma coisa pelos outros.


Esteve boa a festa por aqui, pá. Conheci gente interessante e boa e com eles participei numa empresa comum a troco de nada senão, pela minha parte, do desejo de despertar algum meneio de cabeça concordante e, com sorte, algum sorriso de anuência.


Espero e desejo que nos caminhos da vida nos voltemos a encontrar. E agradeço à Filipa, ao Adolfo e ao Tomás terem-me permitido trazer para aqui uma incontinência verbal que só se tem passeado por cafés e rodas de amigos.

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Publicado Por José Meireles Graça em 6/6/11
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José Meireles Graça

Com desculpas pela grosseria da imagem, os porcos, quando têm o focinho na gamela, vêm só o que lá está. Para ver a big picture precisa-se de alguém de fora - se quem está de fora não estiver cego pelo preconceito e pela ignorância.

Daniel Hannan conhece Portugal; e não tem de nós a imagem miseranda que nós próprios temos. Comenta aqui as eleições. Comenta-as bem.

Publicado Por José Meireles Graça em 6/6/11
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António Folhadela Moreira

Não vou seguir o exemplo de tantos quantos nesta Rua Direita têm desde ontem comentado, de uma forma ou de outra, os resultados eleitorais. Por um lado porque os resultados falam por si e os resultados são objectivamente excelentes sob qualquer ponto de vista. Por outro porque com todos os comentários que aqui foram feitos já tudo ficou dito.

 

E isto leva-me a outra questão. Eu não sei se este blog teve ou não muitos leitores e muito menos tenho a audácia de dizer que o contributo que todos nós aqui deixamos teve uma tradução em votos.

 

O que eu digo é que apesar disso sinto-me orgulhoso de durante o último mês ter sido morador desta Rua Direita e dos vizinhos que aqui encontrei. A qualidade dos argumentos aqui usados, a rapidez de reacção a uma campanha que correu a um ritmo alucinante, a irrepreensível estruturação das ideias, o humor, a inteligência e a preparação dos autores materializada num caudal de posts impressionante, mas também a irreverência e o desassombro da escrita, sinal de um sentido de independência de pensamento quase compulsivo, fez deste um blog completamente diferente dos congéneres.

 

Não conheço pessoalmente a maior parte dos meus vizinhos da Rua Direita mas confesso que tenho pena. Vocês são a boa companhia que qualquer pessoa quer que um vizinho seja.

 

Um abraço a todos,

António

Publicado Por António Folhadela Moreira em 6/6/11
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Luís Pedro Mateus

Em coerência com a análise prévia que aqui tinha feito, importa deixar algumas considerações em relação a cada uma das forças políticas:

 

O PSD ganhou bem folgado, confirmando uma votação melhor do que as sondagens apontavam. No entanto, ficou bastante longe da maioria absoluta pedida por Passos Coelho e, além disso, não conseguiu chegar aos 40% (uma espécie de vitória mais "redonda"). O facto de não ter conseguido chegar aos 40% não é importante por si, apenas tem algum relevo se se pensar que Barroso a conseguiu e não concorreu num panorama de desgraça como o de agora, nem contra um Primeiro-Ministro tão mal visto pelos eleitores. De facto, o PSD poderia ter conseguido mais, mas o resultado compreende-se face ao risco da estratégia assumida pelo líder (ele próprio o confessou) na apresentação de algumas propostas.

 

O PS foi um claro derrotado, e José Sócrates a face dessa derrota, apesar de ter tido um excelente discurso de despedida. No entanto, não foi uma hecatombe. O PS, ainda assim, aguentou 1.500.000 eleitores e ficou a 2 pontos dos 30%.

De facto, é curioso reparar que a derrota do PS (28%) ficou a 1 ponto da derrota do PSD em 2009 (29%) e a vitória do PSD (38,6%) ultrapassou apenas em 2 pontos a vitória do PS em 2009 (36,6%). Precisamente por este facto, não me parece que se possa falar duma grande vitória e de uma grande derrota. Se assim fosse, teria de se dizer que em 2009 o PS tinha obtido uma grande vitória e assim não foi. A maior magnitude desta vitória laranja encontra ressonância, não se duvide, no facto de se ter conseguido o afastamento de José Sócrates e não tanto pelos resultados percentuais.


O CDS foi um vencedor relativo da noite. Relativo porque, pela primeira vez na sua história, não ultrapassou o que as sondagens lhe davam e igualmente porque, apesar de ter crescido em todos os indicadores, não cumpriu um objectivo assumido pela liderança: chegar aos 14% ou até ultrapassar.

No meio disto, pode-se o CDS congratular por ter crescido ao mesmo tempo que o PSD cresceu mais de 10%. Ou seja, fica a prova que os dois partidos têm capacidade de disputar uma grande variedade de eleitorado e não estão condenados a diminuir quando o outro cresce. A estratégia de apontar a resultado ambicioso por parte de Portas revelou-se decisiva na captação dos novos votantes que não se identificam com o sistema alternante PS-PSD e isso explica o CDS ter conseguido crescer em áreas urbanas e ter-se aguentado, e até crescido, face a um grande crescimento social-democrata. Ao mesmo tempo, essa mesma estratégia pode ter gorado a possibilidade de ultrapassar os 14%: algum do potencial eleitorado CDS, previamente PSD, poderá ter mudado de ideias uma vez desfeito o encanto "underdog" do CDS. Fica também o facto de as sondagens, apesar de terem sempre dado um bom resultado ao CDS, tendo apontado sempre a iminência dum empate técnico fizeram, como é óbvio, pender algum desses indecisos para o PSD.

 

O BE foi o maior derrotado da noite. Passou para metade dos deputados, para última força política e, a coroar a humilhação eleitoral, nem o seu líder parlamentar conseguiu eleger. Joga contra o BE, cada vez mais, o facto de já não ser novidade e de ter esgotado os seus temas fortes: o aborto já foi, o casamento gay também. O que sobra fica muito distante de conseguir, longe disso, mobilizar eleitorado a dar força ao BE. Junte-se a isto erros estratégicos de palmatória, contradições entre teoria e práctica (BE assumiu-se como alternativa, mas sempre que surge oportunidade de assumir responsabilidades, desbarata-a) e está explicado o desaire eleitoral. Fica mesmo no ar a possiblidade de o BE estar apenas à distância duma má escolha de líder e de outro desaire eleitoral de implodir por si e voltar a UDP, PSR e Política XXI.

 

A CDU foi a única vencedora da esquerda (se retirarmos o MRPP da equação). Conseguiu eleger mais um deputado, aumentou ligeiramente a sua votação e recuperou o 4º lugar ao Bloco, o que deve ter dado um gostinho especial à noite.

Fica a prova que é uma aposta segura manterem-se sempre coerentes na acção e no discurso. Um eleitorado fiel e, com uma renovação de jovens igualmente fiéis uma vez que, uma vez votante PCP, muito dificilmente o deixarão de ser porque lá está: o discurso é o mesmo e nunca mudará. Quando mudar, é o fim do PCP.

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Publicado Por Luís Pedro Mateus em 6/6/11
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José Maria Montenegro

Em complemento do post do Gabriel

 

É incontestável que o CDS teve um resultado extraordinário. Foi o seu segundo melhor resultado de sempre. Aumentou a percentagem de votos e o número de deputados num momento em que o PSD sobe muito (10%) face às eleições anteriores. Tem tantos deputados como o PCP e o Bloco juntos. Recebe um mandato inequívoco para integrar o Governo (não vai por favor). Contribuiu para uma maioria absoluta de centro direita, seja de deputados seja de votantes. Cresceu nos grandes centros urbanos (Lisboa, Oeiras, Cascais, Sintra, Porto, Matosinhos, Gaia, Setúbal, Almada).

Contribuiu para a derrota impiedosa do primeiro-ministro José Sócrates. Apesar da contenda eleitoral, soube preservar uma relação saudável com o PSD, muito importante nas negociações e formação do próximo Governo.

 

Foi também um grande resultado do PSD. Face ao PS, teve mais de 10% dos votos e muitos mais mandatos. Suplantou largamente o espectro da vitória à tangente. De um modo geral, conseguiu unir o Partido. Não fugiu aos temas difíceis e respondeu a todas as questões – fáceis ou difíceis, adversas ou populares – que lhe foram colocadas. Soube manter o nível do debate eleitoral. Manteve a palavra na hora da vitória, não ostracizando o PS e confirmando o entendimento com o CDS. Era muito importante termos um Primeiro-Ministro forte, com uma legitimidade eleitoral inequívoca. O resultado de ontem contribuiu decisivamente para esse objectivo.

 

PS. Tiago, naturalmente que o país exige contenção e discrição, e por isso seria incompreensível uma grande celebração. Tão incompreensível como não perceber que é humano, num primeiro momento, não rejubilar com resultados que ficaram aquém das sempre débeis sondagens. A alegria, a excitação e a festa em noites eleitorais têm muito que ver com os resultados objectivos – é certo – mas também com a expectativa ou ilusão de que se parte, seja esta fundada ou não.

Publicado Por José Maria Montenegro em 6/6/11
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