Rua Direita
Terça-feira, 3 de Maio de 2011
Francisco Meireles

É com profunda convicção que aceitei contribuir para esta Rua Direita. Não tenho dúvidas que o País vive momentos excepcionais e estou crente que a maioria de nós, portugueses, também o percebeu - apesar da eficácia da máquina do PS de Sócrates.

 

Nos últimos tempos, para além do circo da política, nós os portugueses demos vários sinais de inquietação. Antes de tudo o mais, os 191 mil que votaram em branco nas últimas eleições presidenciais. Estes quiseram dizer que não se reviam nas propostas do costume, nem nos pseudo-independentes como Fernando Nobre.

 

Depois disso, a manifestação do pessoal à rasca. Por muito que a imprensa os tente transformar num movimento "desalinhado", e por muito que os tentem "alinhar" à força sugerindo-lhes ou impulsionando-os a "organizarem-se", a verdade é que o grande triunfo desses jovens for ter dado aos portugueses a oportunidade de se manifestarem fora do contexto político-partidário (em que incluo as centrais sindicais). E foi por terem percebido que se tratava de um momento "independente", tanto quanto é possível, que centenas de milhar de portugueses por esse País fora desceram à rua, armados da sua inocência e da precariedade da sua relação com a política, para dizerem num silêncio ensurdecedor: QUEREMOS MELHOR!!!

 

Também quero melhor, para Portugal e sobretudo para os meus Filhos.

 

Por isso entendo que é a hora de votar no CDS. Creio que só há duas alternativas perante a situação a que o nosso sistema partidário trouxe o País: ou a revolução ou a opção pelas alternativas. Em Portugal só há duas alternativas: a de esquerda, no Bloco e no PCP, com resultados e propostas conhecidos; e a de Direita, no CDS.

 

 

PS e PSD não só são os pais do monstro que é a situação actual, como são os autores da destruição de qualquer laivo de dignidade e bom senso. O Estado foi por eles transformado numa máquina ao serviço dos seus interesses particulares. Na economia e, sobretudo, na distribuição de cargos. O Estado foi instrumentalizado para se endividar em nome de projectos mais ou menos oníricos do futuro do País, frequentemente em prejuízo de projectos idóneos e economicamente sãos. Hipotecou-se o futuro, a troco de um presente em que poucos beneficiam. Enganou-se os incautos oferecendo-lhes migalhas que agora se vê que, mesmo assim, o País não tem condições de dar.

 

Muito mais haveria para criticar. Basto-me com este resumo genérico.

 

Os meus filhos merecem a promessa de um Futuro digno, se não puder ser melhor.

 

Quero trabalhar para um País onde as instituições funcionem.

Um País onde as Polícias investiguem, os Procuradores acusem e os Tribunais julguem.

Um País onde o Estado actue em nome do interesse geral. Os políticos sejam decisores e não técnicos. E decidam perante escolhas claras e transparentes, não perante estudos encomendados à medida.

Um País onde a regulação da economia e a defesa da concorrência assumam o papel preponderante que devem ter numa economia aberta como a nossa.

Um País onde o mérito é a medida das conquistas pessoais.

Um País onde a caridade com os mais desfavorecidos não é substituída por promessas de subsídios intermináveis e alternativos ao trabalho.

Um País onde cada um paga de acordo com a sua capacidade produtiva.

 

Creio que o CDS tem condições únicas para quebrar esta rotina de dependência entre os Estados e os Partidos.

Creio que o CDS é liderado pelo político actualmente melhor preparado para ser Primeiro-Ministro: Paulo Portas.

Creio que o CDS tem uma equipa que já demonstrou ser capaz de trabalhar em prol do bem comum.

 

Sei que o CDS continua a ser o repositório dos valores e das ideias que melhor podem ajudar Portugal a sair do actual atoleiro.

Sei que os Portugueses merecem acreditar nas suas capacidades para sair da crise e recuperar o Futuro.

 

Acredito que Vamos escolher Mudar.

Acredito que muitos saberão que mudar começa por Votar no CDS.

 

Publicado Por Francisco Meireles em 3/5/11
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