Rua Direita
Terça-feira, 3 de Maio de 2011
Tiago Loureiro

É urgente que os últimos seis anos fiquem para a posteridade como o triste epílogo de um conto de terror prestes a chegar ao fim. Envergonharam-nos a História. Mataram-nos a economia. Tiraram-nos a prosperidade. Comprometeram-nos a soberania. Eliminaram-nos a independência. Mas a esperança, enquanto o CDS se mantiver no boletim de voto, só a deixa roubar quem quiser.

Publicado Por Tiago Loureiro em 3/5/11
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10 comentários:
De Agora está bem ? a 3 de Maio de 2011 às 14:26
Suponho que todos ou quase todos, sejam:


Monárquicos, católicos e de direita !


Se assim for, estou descansado, a Pátria irá continuar...


De Tiago Loureiro a 3 de Maio de 2011 às 14:42
Não fique tão descansado por mim. Dessas três, sou só de direita.


De Joaquim Mexia Alves a 3 de Maio de 2011 às 14:45

Tudo isso foi grave e muito mau, mas pior, foi a destruição da família e dos valores que sempre enformaram a nacionalidade Portuguesa.

E sem valores, não há economia que resista!

Um abraço


De dJosé Diogo a 3 de Maio de 2011 às 14:57
Permita-me que discorde. é um facto que os valores que sempre toldaram a identidade portuguesa foram alterados. mas sinceramente que ligação tem isso com a economia?

Poderia explicar-me como, por exemplo por ser o mais recente e mais mediático, o casamento homossexual destroi uma economia?

O que foi realmente grave nos últimos 6 anos foi um decsontrolo nunca antes visto nas contas publicas e um aumento ridiculo no endividamento, na tentativa de nos passarmos por alguém que não somos. Poderíamos ser mais, mas se não existe um tecido produtivo com apoio aí sim, uma economia não resiste.


De Joaquim Mexia Alves a 3 de Maio de 2011 às 15:13

José Diogo

Você mesmo responde ao que pergunta, se me permite.

Repare nesta sua frase:
«na tentativa de nos passarmos por alguém que não somos»

O que é isto se não a destruição dos valores da honestidade, da verdade e do verdadeiro serviço.

Quando se destroem os valores da família, começa a destruir-se as bases de qualquer sociedade.

Sem valores, a economia é o "salve-se quem puder" e todos, desde patrões a trabalhadores, tentam apenas viver para si de todas as maneiras sem se preocuparem com os outros com o bem comum.

Poderão parecer conceitos utópicos, mas sem eles a sociedade não progride, não se desnvolve.

Um abraço



De José Diogo a 3 de Maio de 2011 às 15:27
Entendo o que quer dizer mas no meu ponto de vista os valores da familia e os valores de sociedade não estão exactamente no mesmo "saco".

Acima de tudo o que se deveria fomentar todos os dias e desde cedo na vida de um português são os valores do respeito, da honestidade, verdade, entre outros que constroiem uma sociedade mais justa e civilizada.

Se calhar fui eu que compreendi mal (talvez um pouco por culpa dos media, que insistem em fornecer informação não necessariamente correcta desde que "venda") mas para mim os valores de família estão associados ao casamento tradicional, etc. Mas se os valores de familia que diz são por exemplo, a falta de apoio às familias em que os pais têm de estar o dia todo fora de casa a trabalhar enquanto que os filhos acabam por se educar por si, então estou perfeitamente de acordo.

O caso dinamarquês é o melhor caso. As mães têm enorme apoio na criação dos seus filhos, os mais velhos têm enormes apoios se este for necessário, etc.

Para mim estes são os verdadeiros valores familiares e não aqueles ocos, que não acrescentam nada mas que se insiste em discutir (como se fosse dar a algum lado).

Um abraço!


De Anselmo Damásio a 3 de Maio de 2011 às 15:05
Esperança de quẽ?
De ver o Paulo Portas como ministro da defesa a estragar dinheiro em submarinos, quando em Portugal as prioridades deviam ser outras. A culpa do estado do país não é exclusivamente do Sócrates e do PS, os outros partidos e os seus lideres também tem culpa no cartório. 
A queda do governo é um desses sinais, num momento tão delicado em vez de juntarem forças e tentarem resolver ou atenuar os efeitos da crise, forçaram a dita queda que só vai ainda prejudicar mais o povo português e beneficiar alguns dos boys do psd e do cds que poderam voltar a alguns lugares de que estão afastados a alguns anos.
Sinceramente espero que o tiro lhes saia pela culatra e que o ps ganhe novamente as eleições. Partem com uma vantagem, o Sócrates tem já a sua imagem desgastada perante os portugueses, é pena o ps não ter arranjado outra pessoa. 


De Tomás Belchior a 3 de Maio de 2011 às 15:42
Ó Anselmo, submarinos? Eu não tenho que estar aqui a defender o líder do CDS mas já era tempo de arranjarmos outros argumentos.

Sabe qual era o valor da dívida em percentagem do PIB quando o Paulo Portas tomou a decisão de REDUZIR PARA METADE o número de submarinos que o Engº Guterres tinha encomendado? Quer compará-lo com os valores actuais?

Podemos não concordar com a compra de submarinos ou mesmo com a existência de forças armadas mas vir misturar isso com a crise que o país atravessa só pode ser má fé.

O PS esteve quatro anos a governar em maioria absoluta e um ano e meio com uma oposição que viabilizou orçamentos e PECs e tudo o que foi preciso para assegurar que tinham todas as condições para governar. "Juntar forças" foi o que os partidos andaram a fazer e deu no que deu. Tornou-se evidente que o problema não estava na oposição mas sim no governo.

Ou acha que o PEC IV não seria seguido do PEC V, do PEC VI, etc.? Se nem assim acha que é preciso uma mudança, até quando é que acha que os portugueses deviam manter o Engº Sócrates no governo?


De Francisco de Almeida a 3 de Maio de 2011 às 15:57
Só quem não quer é que ainda não percebeu que argumento dos submarinos não tem nem pés nem cabeça. Enquanto essa for a principal arma de arremesso contra o CDS, estou descansado!


De Monchique a 3 de Maio de 2011 às 15:08

Boa tarde.

Dos Livros Sapiências : Aquele que vigia a sua boca, guarda a sua vida...a boca do insensato é a sua ruina e os seus lábios são uma armadilha para a sua vida...há palradores que ferem como uma espada...muitos homens apregoam a sua bondade, mas quem achará um homem verdadeiramente fiel?... vale mais  a sabedoria do que as máquinas de guerra...aquele que abre uma cova poderá cair nela.

Estes são também os avisos de um já mui antigo CDS.


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