O Primeiro-Ministro que em 2009, com um défice de 7%, teve a coragem e a lata de se dirigir aos Portugueses e afirmar que merecia ser reeleito porque o seu governo tinha colocado as contas públicas em ordem, fez há pouco uma declaração ao país a enumerar os benefícios que o seu governo garantiu nas negociações do pacote de ajuda externa. O discurso manifestamente eleitoralista, sem qualquer sentido de estado no sentido de informar o país de algumas das necessárias medidas duras que terão de ser tomadas nos próximos tempos não deveria surpreender os mais atentos. O Primeiro-Ministro que atrasou o pedido de ajuda de modo a manter-se no lugar, custando ao país milhões de euros em juros de dívida, esteve igual a si próprio.
acordo(10)
ajuda externa(21)
alternativa(7)
bancarrota(13)
be(7)
bloco(11)
campanha(51)
cds(102)
cds-pp(12)
cds; psd(6)
comunicação(7)
constituição(6)
day after(8)
debate(12)
debates(52)
defice(8)
democracia(10)
desemprego(10)
desgoverno(11)
dívida pública(11)
economia(20)
educação(19)
eleições(27)
esquerda(6)
estado social(23)
fiscalidade(14)
fmi(46)
governo(9)
humor(9)
josé sócrates(36)
ler os outros(21)
maioria absoluta(26)
manifesto(32)
memorandum(38)
passos coelho(13)
paulo portas(10)
política(15)
portugal(26)
ps(108)
psd(73)
sair da crise(22)
saúde(6)
socialismo(19)
sócrates(63)
socrates(11)
sondagens(12)
troika(31)
tsu(7)
valores(6)
voto(9)
voto útil(32)