Rua Direita
Sexta-feira, 3 de Junho de 2011
João Monge de Gouveia
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Publicado Por João Monge de Gouveia em 3/6/11
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João Távora

 

Está a chegar ao fim uma das mais determinantes campanhas eleitorais de sempre, cujos resultados, embalados pelo trágico destino a que o país foi conduzido, apontam para uma decisiva mudança de rumo. Nesse sentido, tudo indica que o CDS obtenha um resultado histórico e para tal empresa seja chamado a contribuir.
Para lá do capital de experiência exibido por Paulo Portas que genericamente se distinguiu por um discurso sereno e confiante, contruiu para este sucesso, uma luxuosa equipa de candidatos ao parlamento, enquadrados por muito voluntarismo e gente de inquestionável qualidade profissional e humana, que há muito vem desbravando o seu caminho. Apesar dum orçamento limitado, estou certo que os frutos desta campanha reflectirão uma lição de eficácia.

Finalmente é de registar que tudo isto aconteceu sem que o partido cedesse à domesticação ideológica e à tentação do “politicamente correcto”. O património ideológico conservador, personalista e cristão foi afirmado e preservado, o que prova que os valores de direita não são impedimento ao crescimento. É que o “povo” saberá sempre reconhecer o rasto à verdade, cujo valor é definitivamente o mais fiável. Mais ainda perante os ciclópicos desafios com que a pátria em breve se confrontará. Mas isso já é outra conversa: a cada dia basta a sua pena. 

 

Em estéreo

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Publicado Por João Távora em 3/6/11
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João Monge de Gouveia
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Publicado Por João Monge de Gouveia em 3/6/11
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João Monge de Gouveia

Quem é o candidato do PSD em Lisboa....

 

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Publicado Por João Monge de Gouveia em 3/6/11
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Miguel Sanches

Com o aproximar do dia D muitos questionam se valerá mesmo a pena votar no CDS.

 

Sejamos pragmáticos. Por esta altura já é mais do que provável que nenhum dos partidos irá ter uma maioria que permita governar e aplicar o rigoroso programa de reformas exigido pela Troika em jeito de indemnização pelo desvario socialista dos últimos anos.

Aqui chegados, só um voto no CDS poderá impedir um cenário PSD+PS. Isto para não dizer que o PSD pura e simplesmente nada fez para merecer o voto.

 

O CDS, assume-se naturalmente como o melhor partido para defender as Pme's, para libertar os jovens do jugo do código contributivo (que foi aprovado também com os votos do PSD), para dar autoridade aos Professores. Com soluções focadas para pôr a economia a crescer com ética social evitando a exclusão.

O melhor partido para evitar o clientelismo, para não esquecer a agricultura e com a equipa mais coesa e mais preparada para assumir responsabilidades.

 

Este é o momento de, sem stress, votar convictamente CDS!

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Publicado Por Miguel Sanches em 3/6/11
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João Monge de Gouveia
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Publicado Por João Monge de Gouveia em 3/6/11
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João Monge de Gouveia

Sócrates acusou ontem, o PSD e o CDS de nada terem feito enquanto estavam no governo e de o PS ter feito muito.

 

Se quanto à primeira parte nenhuma razão tem, quanto à segunda já tem e muita.

 

O PS fez e muito: deixou o País na Bancarrota!

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Publicado Por João Monge de Gouveia em 3/6/11
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Zélia Pinheiro

Gostava de fazer uma declaração de voto mais bem feita, como muitas que já li por aqui.
Podia falar dos vários pontos do Manifesto do CDS em que me reconheço.
Podia falar do carisma de uma liderança que se tem sabido afirmar ao longo dos anos e que reuniu uma equipa cheia de sangue novo que refresca a política nacional como há muito não se via.
Podia falar de muitas coisas, mas vou ficar por uma frase feliz desta campanha:
"Não há stress, voto CDS".

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Publicado Por Zélia Pinheiro em 3/6/11
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Quarta-feira, 1 de Junho de 2011
Filipe Diaz

É verdade que estas são umas eleições particulares, em que o governo eleito a 5 de Junho encontrará em cima da mesa um programa de governo que lhe foi ditado pelas instituições internacionais e que, muito antes de ser eleito, aceitou e se obrigou a cumprir.

 

Mas esta pré-formatação não pode, nem deve, esgotar o programa do governo, e as ideias e soluções para a situação em que o país se encontra. O papel do próximo governo não pode, nem deve, resumir-se à mera implementação do acordo assinado com a troika e à acrítica gestão dos negócios do país segundo os parâmetros que lhe foram impostos.  

 

Sendo certo que nos próximos três anos tudo terá de ser feito para assegurar o cumprimento do programa a que nos obrigámos (e assim evitar a situação a que chegou a Grécia), é ainda mais certo que o mandato do próximo governo se estende para além do termo da ajuda externa e que, com toda a probabilidade, o momento mais difícil e, nessa medida, desafiante surgirá exactamente quando nos voltarmos a encontrar entregues a nós próprios (a propósito, leia-se o excelente artigo de Bruno Faria Lopes no I).

 

É com esse momento em vista que o próximo governo tem de conduzir os destinos do país, de assegurar que, retirada a rede internacional, a economia é capaz de crescer e de se modernizar, que os clientelismos estão desinstalados e o aparelho de Estado funciona com eficiência, que a educação atingiu novos patamares de excelência e as próximas gerações serão melhor preparadas, que o sistema de saúde é sustentável e presta de forma equitativa um serviço essencial àqueles que dele necessitam, e que a segurança social é viável e não caminha para o inevitável defraudar de expectativas construídas sobre pressupostos ultrapassados e incomportáveis.

 

Ora, chegados à recta final da campanha eleitoral, creio que podemos afirmar que assistimos a uma campanha em que pouco ou nada (de interesse) se discutiu, em que se olhou demasiado para o passado e o futuro do país não foi objecto de debate, em que, com raras excepções, os rumos a seguir e as soluções a implementar, constando de algums programas e manifestos, não foram analisadas, esmiuçadas e explicadas ao país.

 

A campanha que agora começa a dar os seus passos finais foi assim uma campanha pobre, sem promessas ou perspectivas, à imagem de um país na bancarrota.

Publicado Por Filipe Diaz em 1/6/11
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Publicado Por Miguel Botelho Moniz em 1/6/11
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João Monge de Gouveia

O Tomás está a expor, e bem, o que faz uma maioria absoluta.

 

O meu receio é que com tanto tique de falta de democracia por parte do PS em que este é mais um exemplo, isto ainda se tranforme numa ditadura.

 

Publicado Por João Monge de Gouveia em 1/6/11
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Terça-feira, 31 de Maio de 2011
João Monge de Gouveia

Quando fiz este Post perguntei se o DN era o jornal de Campanha do PS.

 

Hoje, a página dois deste jornal é dedicado à Ministra da Cultura.

 

Sendo que o Titulo é "Ministra do PS quer reduzir IVA nos livros electrónicos", reparem que não é Ministra da Cultura Portuguesa, mas sim Ministra do PS. Inacreditável!

 

O subtitulo vai mais longe e diz que "Gabriela Canavilhas quer menos impostos sobre "e-books" e garante que a taxa sobre os livros não sobe dos 6%. Socialistas prometem manter ministério e recebem o apoio de cem personalidades."

 

Depois de ler a noticia e principalmente de ler o título e o subtítulo, procurei a parte em que diria publicidade, mas nada....

 

 

Para que não restem dúvidas, aqui está a foto:

 

Publicado Por João Monge de Gouveia em 31/5/11
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Publicado Por Tomás Belchior em 31/5/11
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João Monge de Gouveia

Em continuação deste post 

 

Em matéria penal o PSD propõe a fixação de prazos peremptórios para os inquéritos judiciais, no entanto para tal deverá primeiro (e esperemos que não se tenha esquecido) proceder a uma reestruturação das policias e dotar o Ministério Público de meios para que esses inquéritos se façam dentro do prazo, o que agora não acontece.

 

Outra medida que irá acelerar muitos dos processos seria que pudesse ser imediatamente marcado julgamento para quem fosse detido em flagrante delito, sem necessidade de mais qualquer fase processual, medida que não está prevista no programa do PSD.

 

No que concerne a insolvências, o PSD apenas refere que se deve agilizar o processo não dizendo como deverá ser feito nem propondo qualquer medida.

 

Por fim, e tentando agora analisar uma área que não é a minha, não posso deixar de referir que o PSD propõe que se aproveite os tribunais tributários em constituição e se remeta para os mesmos com "carácter obrigatório os processos que se encontrem há três anos sem resolução em sede de tribunal tributário comum" - a pergunta que faço ao PSD é se enviar um processo para outro tribunal que o terá que analisar, que antes disso terá que nomear árbitros não será antes um retrocesso? não será melhor verificar em que fase está o processo e ai sim, se tiver numa fase inicial e se encontrem parados, enviar os mesmos para Tribunal Arbitral?

 

Em conclusão direi que o Programa de Governo do PSD tem alguns pontos positivos, no entanto em certas matérias parece ter sido elaborado por quem não "anda no terreno".

Tem mesmo, algumas medidas que, ou não foram pensadas e foram incluídas ou são feitas por quem não conhece a realidade dos tribunais.

 

Esta é uma das razões porque não os devemos deixar governar sozinhos!

Publicado Por João Monge de Gouveia em 31/5/11
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Domingo, 29 de Maio de 2011
Diogo Duarte Campos

O meu voto (caso isso interesse a alguém).

Por Pedro Rolo Duarte.

 

Sempre defendi que aos jornalistas não deve estar vedado, antes deve ser incentivado, o direito de tornar publico o seu sentido de voto. Enquanto colunista de jornal nos últimos trinta anos (enfim, agora menos, mas mais blogger...), divulguei sempre o meu voto, por entender que na transparência da nossa conduta radica a credibilidade profissional que possamos ter. Votar é uma escolha, não é um acto de militância – ou seja, não impede, pelo contrário até estimula, a independência e a análise imparcial.

 

Assim, quem me leu e lê sabe que votei quase sempre no Partido Socialista. Nunca, por causa disso, fui beneficiado – pelo contrário, por coincidência ou não, os melhores momentos da minha vida profissional ocorreram em momentos de governação à direita – O Independente, a K, a Visão... -, e do mesmo modo nunca me senti discriminado. Quem me conhece e quem comigo já trabalhou sabe que distingo as coisas e sou rigoroso nessas matérias.

 

Faltam poucos dias para as eleições e decidi que, uma vez mais, deveria manifestar publicamente o meu voto. Explicando previamente que, no essencial, não mudei. Continuo a considerar-me de esquerda democrática, ou moderada, ou liberal, como lhe queiram chamar. Acredito num estado laico, pouco interventivo, mas dinâmico e assertivo no essencial que deve ser de direito comum: educação, saúde, justiça, segurança social.

 

Defendo um Serviço Publico de Rádio e Televisão, mas não concordo com a subsidiação cultural obrigatória. Defendo o Serviço Nacional de Saúde, mas não me custa aceitar que as taxas moderadoras possam valer 100 euros para quem ganha mais de 3000 euros mensais – se isso significar zero euros para quem ganha o ordenado mínimo nacional. Gostava que os políticos tivessem vencimentos mais generosos – mas também queria vê-los efectivamente julgados quando gerissem mal os dinheiros públicos, e aprovaria uma lei que os obrigasse a uma travessia no deserto depois de um desaire efectivo e provado. Defendo uma reforma na justiça que a torne efectivamente para todos – ou seja, mais rápida, eficaz e preventiva. Defendo a educação universal e gratuita, mas não aceito o facilitismo que conduz ignorantes às Faculdades. Concordo com o subsídio de desemprego e o rendimento de inserção – mas gostava que ambos se aplicassem com rigor, valorizando o trabalho sem que a casta educacional ou social garantisse a recusa do trabalho ou a perpetuação da negligência. Num momento critico como o actual, não posso achar razoável que haja lojas ou oficinas ou fábricas sem empregados enquanto pessoas formadas se dão ao luxo de recusar empregos porque estão abaixo das suas qualificações académicas...

 

Foram só alguns exemplos, para explicar que nada disso está em causa no Governo que aí vem – e que basicamente vai cumprir um programa previamente definido pelo FMI e seus pares. Não há o risco nem de ruptura nem de inovação. O meu voto, por isso, é de exclusão, ainda que seja convicto.

 

Jamais voltarei a votar no PS enquanto José Sócrates for seu líder. O actual primeiro-ministro, em quem confiei no passado, constituiu a maior desilusão política dos meus 30 anos de direito de voto. Não apenas secou à sua volta todo um Partido como conduziu Portugal ao beco em que se encontra. Foi provinciano na forma como se exibiu publica e profissionalmente, faltou à verdade vezes sem conta, nunca teve a humildade de reconhecer um erro, enganou os portugueses nas expectativas que criou, nos diagnósticos que inventou, nas soluções que improvisou - e adiou ou omitiu sempre a verdade em nome de uma doentia dependência do poder. No que respeita à comunicação social, não me lembro de Governos tão obcecados, vingativos e ameaçadores como os dois últimos.

 

Estive convictamente convencido de que votaria no PSD até perceber que o cabeça-de-lista por Lisboa seria (o oportunista politico já profissional) Fernando Nobre, e depois de assistir, estupefacto, ao caos, à desorganização, e à falta de autoridade e preparação que Passos Coelho parece fazer questão de demonstrar a todo o momento – dando razão a um blog onde li que os portugueses todos os dias queriam votar mais no PSD, mas o PSD encarregava-se de todos os dias lhes dizer para não votarem. Não poderia votar na CDU ou no Bloco, porque estas duas forças recusaram dialogar com a troika, o que naturalmente as afasta de qualquer solução governativa.

 

Na coerência dos argumentos, na firmeza da atitude, na liderança em Lisboa de uma mulher de quem gosto e em quem confio, só me resta um partido: o CDS. Não é a minha família politica nem a minha escolha natural (e até cultural...). Mas é o meu voto sincero no partido que, acredito, vai fazer com que o PSD se equilibre e o PS se reestruture.

 

Nunca pensei, numas legislativas, votar tão à direita de mim próprio – mas também nunca pensei que o PS descesse tão abaixo dele próprio. Espero reencontrar-me à esquerda no futuro.

Publicado Por Diogo Duarte Campos em 29/5/11
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Tomás Belchior

 

Vou eu tentar responder ao João Galamba para lhe dar algum alento na sua missão solitária.

 

O João diz que a acusação feita pela Inês Teotónio Pereira de que "o PS se especializou em atacar o estado social" é uma das muitas "críticas gratuitas e afirmações sem qualquer adesão à realidade" que ela tem feito nos seus artigos do Diário Económico. E para demonstrar a tal fraca adesão à realidade dessa acusação elenca uma série de medidas que o PS terá tomado nos últimos anos.

 

Não vou tentar rebater essa argumentação por duas razões. Por um lado, como tenho pouco respeito pelo estado social e pelas medidas tomadas em nome desse mesmo estado social, tenho receio de ficar a falar sozinho. Por outro lado, para questionar o que o João diz não preciso de recorrer à ideologia, basta-me a lógica.

 

Parece-me aceitável presumir que quando o Primeiro-Ministro se saiu com aquela tirada do "o défice aumentou porque nós decidimos aumentá-lo" estava (também) a falar das medidas que João diz que o PS tomou para reforçar e alargar o estado social. Ou seja, parece-me aceitável presumir que reforçar e alargar o estado social custa dinheiro, logo, que essas medidas contribuíram para a actual situação do país.

 

Sendo assim, das duas, uma: ou o João está a dizer que os cortes que vamos ser obrigados a fazer nos próximos anos não vão afectar o estado social, ou o João reconhece que, por culpa da má governação do PS, vamos ter de deitar para o lixo muitas das "conquistas civilizacionais" desse mesmo estado social.

 

A primeira hipótese, a confirmar-se, significa que o PS andou a desperdiçar o dinheiro dos contribuintes. A segunda hipótese, significa que, ao contrário do que o João afirma, quando o PS tomou as ditas medidas não estava a fazer mais do que assegurar o desmantelamento de uma parte significativa do estado social que jurou defender. Não sei qual delas a pior.

 

De qualquer maneira, usar qualquer uma das duas para justificar o voto em José Sócrates significa pedir aos portugueses para enfiarem a cabeça no mesmo buraco onde o PS enfiou a sua desde que teve de começar a recorrer aos PECs para defender o estado social da sua própria defesa do estado social.

Publicado Por Tomás Belchior em 29/5/11
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2011
João Monge de Gouveia

Aqui está o sinal de um bom resultado no dia 5 de Junho e a prova de que:

 

Há cada vez mais pessoas a pensar como nós!

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Publicado Por João Monge de Gouveia em 27/5/11
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João Monge de Gouveia

Depois da estratégia da arrogância, depois da estratégia do Calimero vem agora a da se não votam em mim, não me conseguem segurar.

 

Mas dita por outros, claro!

Publicado Por João Monge de Gouveia em 27/5/11
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João Monge de Gouveia

Estive ontem à noite no meu primeiro jantar desta campanha em Santarém.

 

Foi para mim uma enorme surpresa ver uma sala completamente cheia, segundo a organização cerca de 900 pessoas, e nem um único autocarro à porta do Jantar.

 

O que vi foram 900 pessoas a gritar CDS e convictas, como eu estou e fiquei ainda mais depois de ontem, que este é o momento!

 

 

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Publicado Por João Monge de Gouveia em 27/5/11
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Margarida Furtado de Mendonça

À porta do centro de Novas Oportunidades da Amadora vê-se um cartaz que não deixa dúvidas. Entrando, o panorama é outro.

 

 

Publicado Por Margarida Furtado de Mendonça em 27/5/11
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

José Sócrates no Centro Novas Oportunidades da Amadora: "O principal problema do país é a falta de certificações".

Publicado Por Zélia Pinheiro em 26/5/11
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Tomás Belchior

"Fundamentalmente o PS encarna o partido dos interesses corporativos e financeiros que se instalaram no Estado e que evidentemente nos levou à bancarrota. Com uma tradição histórica de séculos, os interesses corporativos alinhados com os interesses financeiros reapareceram alimentados pelos fundos comunitários tão generosamente desperdiçados pelo cavaquismo. Abandonaram o PSD, passaram de armas e bagagens para o PS em 1995, e desde aí lá estão. Cresceram e engordaram. Garantem os resultados eleitorais do PS, sempre acima dos 35% (mesmo quando perde em 2002).

A mensagem de José Sócrates é muito clara: a situação não está boa para os interesses corporativos instalados mas connosco vamos fazer de conta que implementamos as exigências do FMI, umas coisitas aqui e ali para manter as aparências, mas fundamentalmente vai ficar tudo na mesma. Foi assim nos últimos dois anos, era assim com o PEC IV, vai ser assim."

 

Nuno Garoupa, aqui.

Publicado Por Tomás Belchior em 26/5/11
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Filipe Diaz

Muito se vai discutir sobre a mais recente preocupação eleitoral do PSD, a saber, a possível revisão da lei do aborto e a necessidade, ou oportunidade, de um novo referendo... mas enquanto isso, deixo-vos apenas dois curiosos, e certamente inocentes, aspectos da introdução deste tema na campanha em curso:

 

- "Em declarações ontem à Rádio Renascença, Passos Coelho lembra que sempre defendeu a legalização do aborto mas frisa que é preciso, passados quatro anos, ver o o que correu bem e o que correu mal" - e volto a sublinhar, "à Rádio Renascença"!

 

-  E segundo Passos Coelho: "Hoje, é muito fácil as pessoas poderem evitar esse tipo de situações, desde que actuem com alguma rapidez, desde que o Estado e a sociedade dêem informação necessária às pessoas" - mesmo para bom entendedor, importa-se de repetir!?!

Publicado Por Filipe Diaz em 26/5/11
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Tomás Belchior

 

Lembram-se do figurantes de campanha oriundos do Paquistão da India da secção do PS da Almirante Reis, em Lisboa? O i foi visitar a dita secção para conhecer a "importante actividade política" (nas palavras de Francisco Assis) que esses "cidadãos" (?) desenvolvem por lá. 

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Publicado Por Tomás Belchior em 26/5/11
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Bernardo Lobo Xavier

Tenho ouvido dizer por aí que os contínuos, desastrados e ridículos apelos ao voto útil vindos de figuras menores do PSD têm precisamente o efeito contrário ao pretendido pelos seus autores, reforçando a importância fundamental de se votar CDS. Também acho.

Publicado Por Bernardo Lobo Xavier em 26/5/11
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2011
Publicado Por Zélia Pinheiro em 25/5/11
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Zélia Pinheiro

Na abertura da peça da SICN sobre o dia de campanha do PS na Guarda, um popular apupa José Sócrates aos gritos: "Vai-te embora, pirata!"

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Publicado Por Zélia Pinheiro em 25/5/11
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Terça-feira, 24 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

Paulo Campos, no comicio da Guarda: "Sócrates é fixe, Sócrates é fixe".

Mário Soares ainda não apareceu na campanha do PS.

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Publicado Por Zélia Pinheiro em 24/5/11
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Publicado Por João Maria Condeixa em 24/5/11
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António Folhadela Moreira

Será que à semelhança do que aconteceu em 2009 ainda veremos nesta campanha Luís Figo a tomar o pequeno almoço com José Sócrates?

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Publicado Por António Folhadela Moreira em 24/5/11
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