Rua Direita
Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
Miguel Botelho Moniz

No DN, ao ponto fraco de Sócrates «Responsabilidade da deriva que tomou conta do País» contrapõe-se a ponto forte «Conhecimento dos dossiers». Isto é a forma politicamente correcta de dizer que o homem é activamente incompetente?

Publicado Por Miguel Botelho Moniz em 20/5/11
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Miguel Botelho Moniz

No DN, ao ponto fraco de Sócrates «Falta de consistência entre o discurso e a prática» contrapõe-se o ponto forte de «Capacidade de comunicação». Isto é a nova forma politicamente correcta de dizer que o homem é um bom mentiroso?

Publicado Por Miguel Botelho Moniz em 20/5/11
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011
Bernardo Campos Pereira

Anunciam-se mais greves na CP, devido ao impasse entre o governo e os sindicatos, o que em nada ajuda a insustentável transportadora pública ou as alternativas de mobilidade dos portugueses.

Publicado Por Bernardo Campos Pereira em 13/5/11
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Quinta-feira, 12 de Maio de 2011
Bernardo Campos Pereira

Mais de uma década de socialismo deu nisto.

Publicado Por Bernardo Campos Pereira em 12/5/11
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Filipa Correia Pinto

Sócrates voltou hoje a dizer que a dívida e a despesa pública aumentaram para pôr a economia a funcionar e para salvar o Estado social, em grande perigo por causa da crise internacional.


Mas ainda ninguém lhe perguntou, então, porque é que o PIB cresceu tão pouco, porque é que o desemprego nunca foi tão elevado e porque é que baixaram todas as prestações sociais.

Publicado Por Filipa Correia Pinto em 12/5/11
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011
Francisco de Almeida

Agora nas palavras de Paulo Portas...

 

 

 

 

Publicado Por Francisco de Almeida em 9/5/11
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
Maria João Marques

Estou deveras curiosa com a tal da negociação forte e aguerrida e salvaguardando o interesse nacional (como se soubessem o que isso é) do governo PS com a troika. O PS ficou muito indisposto quando na AR a oposição lhe negou a possibilidade de aumentar a taxa máxima de IVA para 24% e avisou logo que a base de negociação para o empréstimo da UE e do FMI era o PEC4, que continha a subida da taxa máxima do IVA. Ora a taxa máxima do IVA, pelo acordo com a troika, não subiu, havendo apenas produtos das taxas mais baixas que passam para a taxa máxima, sendo esse acréscimo do IVA destinado a cobrir a perda de receitas com uma diminuição da TSU. Ao invés, a troika preferiu impôr reduções - quantificadas e calendarizadas - na despesa pública. O que me leva a questionar se a negociação do PS não terá sido algo do tipo 'Oh, por favooooor, não nos obriguem a cortar 515 milhões com as empresas públicas, é taaaaão mais fácil aumentar o IVA, vá lá, vá lá, deixem-nos aumentar o IVA'.

 

Claro que aumentar o IVA (que, é bom recordar, há dez anos era de 17% na taxa máxima) seria mortal para as PME e, em consequência, para a competitividade da economia. Mas como os senhores que nos desgovernam sempre viveram no universo público, ou nas grandes empresas ou na universidade e, quando muito, pagam ordenados com o seu dinheiro à empregada doméstica, não fazem ideia do que são os constrangimentos de tesouraria de uma PME - que teria de pagar um IVA superior nas suas compras de bens e serviços e poderia deduzir esse IVA apenas se e quando vendesse e, vendendo, teria com grande probabilidade de entregar ao Estado o IVA da venda antes de receber o respectivo pagamento - podem sempre aderir à teoria contabilística de que o IVA é suportado pelo consumidor final e este, tão perdulário como os seus governantes, não deixará de comprar devido a um aumentozito pequenino (de cada vez) no preço do bem, assegurando sempre receitas acrescidas com aumentos do IVA.

 

Mas este enlevo com os aumentos do IVA não é exclusivo do PS. O PSD, depois de votar uma resolução contra o PEC4, veio dizer dias depois que poderia aumentar a taxa máxima do IVA (depois, como é costume, desdisse-se) e Passos Coelho explicou mesmo que, a aumentar impostos, preferia aumentar os impostos sobre o consumo (lá está, o IVA) do que aumentar os impostos sobre o rendimento. Ora a troika conseguiu fazer precisamente o contrário do que propunha Passos Coelho: tendo de aumentar impostos, preferiu aumentar o IRS (com diminuição das deduções das famílias) e o IRC (via fim de isenções fiscais) do que aumentar a taxa máxima do IVA.

 

O que vos digo é o seguinte: perante a possibilidade de ou Sócrates ou Passos Coelho vir ser primeiro-ministro, devemos agradecer terem vindo uns senhores estrangeiros que percebem alguma coisa de crescimento económico redigirem-nos o programa do próximo governo.

Publicado Por Maria João Marques em 6/5/11
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Quinta-feira, 5 de Maio de 2011
Sophia Caetano Martin

A falta de respeito deste governo pelos portugueses e a sua arrogância está patente no facto de nenhum dos seus membros aparecerem pontualmente para as conferências de imprensa / comunicações ao país por eles convocadas.

 

Pode parecer um aspecto sem importância, mas que é sintomático, lá isso é.

Temas: ,
Publicado Por Sophia Caetano Martin em 5/5/11
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011
Bernardo Campos Pereira

O Socrates falou, disse o que não vai fazer e nada mais. Comunicação da descomunicação, conversa da treta, small talk.

 

No mundo real continuamos na mesma, sem saber exactamente onde é que a governação socialista nos meteu e qual o preço que vamos pagar para saír desta. 

 

Temas: ,
Publicado Por Bernardo Campos Pereira em 3/5/11
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João Ferreira Rebelo

 

 

Não admira que afinal a necessidade ajuda externa seja superior face ao incialmente previsto!

 

Reparem em especial nos últimos 5 anos...

Publicado Por João Ferreira Rebelo em 3/5/11
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João Monge de Gouveia

O Tribunal do Comércio não funciona, é um facto!

 

Quem faz contencioso e principalmente insolvências, sabe tão bem quanto eu que isto é verdade.

 

Agora os Administradores Judiciais ameaçam deixar de acompanhar os processos de insolvência. Resultado: ainda vai ficar mais parado.

 

Mais uma vez o problema está no facto de um organismo do Estado não se entender:

 

O Ministério das Finanças diz uma coisa, as Finanças dizem outra e os Administradores de Insolvência não aceitam mais processos.

Quem se trama, o Português claro!

 

Foi este o desgoverno em que o PS nos deixou.

Publicado Por João Monge de Gouveia em 3/5/11
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