Rua Direita
Terça-feira, 7 de Junho de 2011
João Lamy da Fontoura
Publicado Por João Lamy da Fontoura em 7/6/11
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Domingo, 5 de Junho de 2011
João Lamy da Fontoura

O Adolfo e a Inês estão a caminho de São Bento: o Rua Direita tem quase tantos deputados como o Bloco!

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 5/6/11
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2011
Publicado Por João Lamy da Fontoura em 2/6/11
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2011
Temas:
Publicado Por João Lamy da Fontoura em 27/5/11
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João Lamy da Fontoura

O CDS nasceu sob fogo. Mas resistiu. O CDS quase deixou de ter grupo parlamentar. Mas resistiu. O CDS viu a sua implantação autárquica muito reduzida. Mas resistiu. O CDS viu o seu desaparecimento profetizado muitas vezes. Mas resistiu. O CDS até mudou de nome. Mas resistiu. Contra modas, ventos, preconceitos, marés, maiorias absolutas e sondagens, o CDS resistiu sempre. E, apesar dos altos, dos baixos e das flutuações estratégicas, resistiu sem modificar o seu ADN. Um ADN que é feito de múltiplas perspectivas ideológicas, mas que se sintetiza na liberdade individual, na independência da sociedade, na subsidiariedade da intervenção do Estado e no foco na questão social. Um ADN de empenho na prosperidade nacional, mas que recusa que o Homem fique ao serviço do Estado.

 

Foi com esse ADN que o CDS resistiu e persistiu. Que venceu a batalha da credibilidade. Que se tornou essencial em tantas autarquias. Que construiu o grupo parlamentar mais produtivo da Assembleia da República. Que comprovou a sua consistência. Que soube merecer a confiança de tantos portugueses. Que se afirmou como a diferença entre uma simples alternância e a verdadeira alternativa. E é por causa desse ADN que, para enfrentarmos a crise que um socialismo viciado no dinheiro dos outros precipitou, o CDS propõe um caminho descomplexado que é, a um tempo, um trilho de realismo e de esperança.

 

É tempo de impedir o socialismo de continuar a afundar Portugal. É tempo de, neste momento difícil, aproveitar a capacidade de resistência do CDS. E é tempo de pôr o ADN do CDS realmente à prova. «Este é o momento».

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 27/5/11
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Sábado, 14 de Maio de 2011
Publicado Por João Lamy da Fontoura em 14/5/11
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Publicado Por João Lamy da Fontoura em 14/5/11
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011
João Lamy da Fontoura

São duas palavras que, do meu ponto de vista, sintetizam a prestação de Paulo Portas no debate com Passos Coelho e, em particular, os dois pontos que, para mim, dele se destacam:

 

(a)    Perante o raciocínio em ciclo vicioso de Passos Coelho de que é ao PSD que cabe liderar o próximo Governo e que, para isso, precisa de uma ampla votação, a demonstração de que uma opção maciça dos eleitores pelo CDS não prejudica (antes pode favorecer) o derrube de Sócrates. Ilustrada pelo cenário de 23% de votos no PSD e 23,5% no CDS, assistimos a uma claríssima refutação - aliás, sem resposta - da tese do voto pretensamente útil. Daí o desassombro;

 

(b)   A clarificação de que o essencial, no que respeita à representação política, estará na proporcionalidade na conversão dos votos em mandatos e não tanto no número de deputados total na Assembleia da República. Aí reside a desmistificação (e a certidão de óbito?) daquele que vem sendo apontado como um dos temores recorrentes daqueles que se revêem no CDS.

 

Isto exposto - e não é pouco, já que aqui vai ínsita a assunção do CDS como uma alternativa real -, a consistência da linha de actuação e do caminho proposto pelo CDS tomaram forma no próprio debate, restando, apenas, uma dúvida, que Passos Coelho não esclareceu: se não era o CDS, quem seria, então o «pau de cabeleira»?

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 13/5/11
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Publicado Por João Lamy da Fontoura em 13/5/11
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011
João Lamy da Fontoura

José Sócrates comprou submarinos?

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 9/5/11
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João Lamy da Fontoura

Já o PS foi tão rápido a apresentar o programa que não actualizou o défice.

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 9/5/11
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João Lamy da Fontoura

Não fora a crise internacional, estávamos todos óptimos.

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 9/5/11
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João Lamy da Fontoura

Para José Sócrates, o programa FMI/BCE/CE é igual ao PEC4. Só que mais detalhado e extenso. É igual, mas não é igual.

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 9/5/11
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João Lamy da Fontoura

José Sócrates não disse que não estava disponível para governar com o FMI. O que José Sócrates disse foi que não estava disponível para governar com o FMI.

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 9/5/11
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
João Lamy da Fontoura

O nível de decibéis não é directamente proporcional ao grau de esclarecimento. Este debate demonstra-o. Como demonstra que duas visões radicalmente diferentes não impedem a tolerância entre adversários. No fundo, perante a diversidade de conteúdo, tornam-se desnecessárias disputas puramente formais. Ficou evidente a inscrição da justiça social no código genético de CDS e PCP. Mas que apenas a democracia cristã é praticável.

 

Isto dito, resta uma nota: para quando um limite de tempo também para os moderadores?

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 6/5/11
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Publicado Por João Lamy da Fontoura em 6/5/11
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Publicado Por João Lamy da Fontoura em 6/5/11
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Publicado Por João Lamy da Fontoura em 6/5/11
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2011
Publicado Por João Lamy da Fontoura em 4/5/11
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011
João Lamy da Fontoura

«Every Labour government in my lifetime has run out of money».

 

Kenneth Clarke

Chancellor of the Exchequer (Ministro das Finanças) britânico, 1993-1997

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 3/5/11
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João Lamy da Fontoura

Publicado Por João Lamy da Fontoura em 3/5/11
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João Lamy da Fontoura

Diz-se por aí que as eleições de 5 de Junho não passam de uma formalidade. Que o próximo Governo é uma coligação FMI/BCE/Comissão Europeia. Que foram os políticos que puseram Portugal a resvalar num precipício. Que, à moda do voto em branco no MFA em 1975, nos deveríamos abster.

 

Discordo. Em absoluto.

 

As próximas eleições são uma oportunidade de redenção nacional. Para mudar cartilhas. Para alterar paradigmas. É certo que um protectorado desceu sobre o País e nos limita. Mas a resposta a isso não é a resignação. É a libertação. A libertação de três décadas de um caminho trilhado sem percepção da reserva do possível. A libertação de quinze anos de socialismo extemporaneamente saído da gaveta. Essa opção é nossa e ninguém no-la tira. Essa opção toma-se no secretismo do voto. E a melhor opção que se pode tomar é confiar em nós próprios e na liberdade de cada um, sem amarras injustificáveis do Estado. A melhor opção é, na verdade, a liberdade de escolha. A tal que José Sócrates rotulou de «pura demagogia» e que, também por isso, se recomenda.

 

A questão a responder em 5 de Junho é, pois, uma e uma só: vai votar CDS ou vai deixar que escolham por si?

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Publicado Por João Lamy da Fontoura em 3/5/11
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