Rua Direita
Terça-feira, 7 de Junho de 2011
Zélia Pinheiro

A missão do Rua Direita 2011 foi cumprida. Agora seguem-se outros caminhos. Pela minha parte, obrigada a todos, que fui conhecendo, comentando ou apenas lendo, sempre a aprender algo de novo. Um especial agradecimento é devido à Inês, que me convidou, e ao Tomás e ao Adolfo, que tão bem orientaram os trabalhos. Este foi um espaço em que a riqueza e o pluralismo das ideias conviveram com o empenhamento num projecto comum, e a experiência, para mim, foi muitissimo enriquecedora.

Como, no fundo ou menos no fundo, somos todos conservadores, deixo aqui um Nat King Cole de sempre: Straighten Up and Fly Right.

 

Temas:
Publicado Por Zélia Pinheiro em 7/6/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (1)
Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
Zélia Pinheiro

You can fool all the people some of the time.

You can fool some of the people all the time.

But you can't fool all the people all the time.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 6/6/11
Link do Post | Comentar
Sexta-feira, 3 de Junho de 2011
Zélia Pinheiro

Gostava de fazer uma declaração de voto mais bem feita, como muitas que já li por aqui.
Podia falar dos vários pontos do Manifesto do CDS em que me reconheço.
Podia falar do carisma de uma liderança que se tem sabido afirmar ao longo dos anos e que reuniu uma equipa cheia de sangue novo que refresca a política nacional como há muito não se via.
Podia falar de muitas coisas, mas vou ficar por uma frase feliz desta campanha:
"Não há stress, voto CDS".

Temas: ,
Publicado Por Zélia Pinheiro em 3/6/11
Link do Post | Comentar
Quarta-feira, 1 de Junho de 2011
Zélia Pinheiro

Pequena redução da taxa social única = redução significativa da taxa social unica

Não estou disponível = expressão idiomática que significa precisamente o contrário do seu sentido em português comum (ex: "Não estou disponível para governar com o FMI" - se tiver que ser para não largar o poder, estou inteiramente disponível para governar com o FMI)
Alteração de metodologia do INE = revisão em alta do défice ou revisão em alta da taxa de desemprego
Protecção da economia, defesa da economia = aumento da despesa pública
Crise das dívidas soberanas = descontrolo orçamental
Boa execução orçamental - aumento dos impostos e/ou redução dos salários

Boa execução orçamental no primeiro trimestre = adiamento dos pagamentos para Abril

Amigos para a vida - expressão idiomática que significa exactamente o contrário do seu sentido em português comum (ex: "Sou amigo para vida do Dr. Teixeira dos Santos" - nunca mais quero ver o Dr. Teixeira dos Santos na vida, não o convidei para integrar as listas de deputados  e só me interessa como como bode expiatório)
Vou criar 150.000 empregos - vou criar 150.000 institutos públicos, empresas públicas e fundações públicas

 

 

* Sugestões para novas entradas neste glossário podem ser enviadas para ruadireitablog@gmail.com.

 

Publicado Por Zélia Pinheiro em 1/6/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (2)
Zélia Pinheiro

A nossa bancarrota é o resultado de um somatório de políticas erradas, já o sabemos.

Entre elas está aquilo a que se pode chamar uma gestão danosa do sector empresarial do Estado. Em particular no sector dos transportes, em que a dimensão das empresas e a essencialidade dos serviços prestados potenciam um peso acrescido dos sindicatos, essas políticas traduziram-se numa espiral de cedências a reivindicações corporativas - de acréscimos salariais, subsídios, regalias e  excepções da mais variada ordem -, sem nunca aparentemente se ter pensado que um dia talvez se batesse no fundo.

Interessava a todos, pois os gestores também iam construindo o seu regime de excepção muito próprio, feito de remunerações desproporcionadas e ausência de efectivo controlo dos resultados da gestão. E os políticos "accionistas" eram os últimos interessados em impedir esta escalada, que lhes prometia reformas douradas num mundo empresarial perfeito, em que os lucros não eram contrapartida do risco.  

Agora que batemos mesmo no fundo com estrondo, lemos aqui e ali coisas como esta: o sindicato dos tripulantes da TAP está disposto a empreender uma greve total de 10 dias que causará 50 milhões de prejuízo à empresa, em resposta ao anuncio da medida de redução de um elemento por voo. A medida faz parte do cumprimento do acordo com o FMI, que impõe uma redução de 15% nos custos do  sector empresarial do Estado.

E percebemos que provavelmente estamos reféns do monstro insaciável e tentacular que criámos.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 1/6/11
Link do Post | Comentar
Domingo, 29 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

Este post do José Meireles Graça faz-me pensar que os políticos de Esquerda, no fundo, abominam a Economia. A Economia dá jeito para colonizar a sociedade e até para os mais afoitos brincarem aos empresários com o dinheiro dos outros, mas é uma grande chatice quando de repente - helas - se descobre que tem vida própria e escapa ao seu mundo em que o Estado tudo devia conseguir dominar.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 29/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (1)
Sexta-feira, 27 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou hoje nos Açores que o seu partido não tem uma «fúria privatizadora», admitindo que há serviços públicos que são indispensáveis, como a electricidade, a água ou a televisão.
Para o líder popular, existem áreas «muito relevantes», como a electricidade ou a água, que não devem ser privatizadas, afastando também uma eventual privatização da RTP, apesar de considerar que a empresa «pode ser melhor gerida».


Em matéria de privatizações, o Manifesto do CDS, em confronto com o Programa do PSD, fica claramente aquém do que se podia esperar do partido mais à direita no espectro político português.
Certo ou errado?
Genericamente, acho muito bem que não se entre em "fúrias privatizadoras" e se o programa do PSD for entendido como uma espécie de Verão quente de 1975 ao contrário, parece-me um disparate. Portugal precisa de muito menos Estado, mas isso não se pode nem deve fazer de um dia para o outro, pelo que a posição de prudência do CDS faz todo o sentido.
Em concreto, concordo e aplaudo a recusa do CDS em privatizar as águas.
Quanto à electricidade, importa ter presente que esse serviço já está privatizado em Portugal, apenas com uma golden share do Estado. Do que falamos quando falamos sobre a privatização da electricidade?
Já discordo em absoluto que a RTP seja misturada neste "pacote". As redes de água e electricidade são monopólios naturais, e são as falhas de mercado daí decorrentes que obrigam a uma forte intervenção pública. Nada disto se passa com a televisão. A "defesa da língua portuguesa" não exige a manutenção da RTP tal como ela é, o conglomerado televisivo público é em si mesmo um problema e não me parece que isso se resolva apenas com melhor gestão.
A menos que se admita um conceito muito lato de gestão. Aí, talvez.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 27/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (5)
Quinta-feira, 26 de Maio de 2011
Publicado Por Zélia Pinheiro em 26/5/11
Link do Post | Comentar
Zélia Pinheiro

José Sócrates no Centro Novas Oportunidades da Amadora: "O principal problema do país é a falta de certificações".

Publicado Por Zélia Pinheiro em 26/5/11
Link do Post | Comentar
Quarta-feira, 25 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

Eis uma proposta que pode até ser bem intencionada. O problema é que de boas intenções, como sabemos, está o inferno cheio.


Na generalidade, a questão da oferta de habitação deve, na minha opinião, ser regulada a partir da lei de solos. Esta lei, que ainda data dos anos 70,  está presentemente a ser revista no quadro do Ministério do Ambiente e importa que o projecto seja retomado pelo próximo governo.

 

Simultaneamente, a dinamização do arrendamento "jovem" não deve ser uma medida avulsa, mas antes ser integrada na revisão da legislação do arrendamento, medida de âmbito mais vasto que consta do acordo com o FMI.

 

Na especialidade, e para responder ao Diogo, quanto aos preços controlados: cheira a socialismo, sim, mas há que ter presente que os preços de venda dos imóveis em Portugal, actualmente, integram muitas vezes uma margem de lucro desproporcionada que é apenas uma renda especulativa. A especulação imobiliária é uma prática contrária ao interesse público. Daí que possa fazer sentido que o Estado só apoie os proprietários que reabilitem imóveis em contrapartida de esses imóveis serem colocados no mercado por um preço razoável e não especulativo.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 25/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (1)
Publicado Por Zélia Pinheiro em 25/5/11
Link do Post | Comentar
Publicado Por Zélia Pinheiro em 25/5/11
Link do Post | Comentar
Zélia Pinheiro

Na abertura da peça da SICN sobre o dia de campanha do PS na Guarda, um popular apupa José Sócrates aos gritos: "Vai-te embora, pirata!"

Temas: ,
Publicado Por Zélia Pinheiro em 25/5/11
Link do Post | Comentar
Terça-feira, 24 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

O monstro insaciável: Institutos e empresas públicas aumentam 3% a despesa no primeiro trimestre, diz a Unidade Técnica de Execução Orçamental.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 24/5/11
Link do Post | Comentar
Zélia Pinheiro

Paulo Campos, no comicio da Guarda: "Sócrates é fixe, Sócrates é fixe".

Mário Soares ainda não apareceu na campanha do PS.

Temas:
Publicado Por Zélia Pinheiro em 24/5/11
Link do Post | Comentar
Zélia Pinheiro

José Sócrates diz que "o líder do PSD insinua que houve nomeações por parte de directores-gerais que a Imprensa Nacional Casa da Moeda devolve e não publica. Ora, essa foi a orientação que o Governo deu para não haver nenhuma nomeação neste período" e "a INCM está apenas a cumprir essas ordens", afirmou, citado no Público.

 

Espera. As ordens que emitiu, segundo os emails divulgados, foram para não se publicarem nomeações. Mas as nomeações podem existir independentemente da publicação. Há algum email a todos os ministérios a dar "orientações expressas" para não se fazerem nomeações?

Publicado Por Zélia Pinheiro em 24/5/11
Link do Post | Comentar
Publicado Por Zélia Pinheiro em 24/5/11
Link do Post | Comentar
Segunda-feira, 23 de Maio de 2011
Publicado Por Zélia Pinheiro em 23/5/11
Link do Post | Comentar
Domingo, 22 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

As campanhas eleitorais são processos de sedução do eleitorado e até certo ponto compreende-se que evitem os temas desagradáveis. Esse é um facto da vida. Mas as campanhas eleitorais são também necessariamente projecções sobre o futuro e neste ano de 2011, as perspectivas do nosso futuro colectivo, de acordo com o relatório sobre a economia portuguesa publicado pelo Banco de Portugal na passada quinta-feira são, como bem diz o editorial do Expresso, aterradoras.

É fundamental não passar ao lado desta leitura autorizada do que nos espera para a próxima década: "O Programa de ajustamento económico e financeiro [leia-se compromisso com o FMI] contempla uma nova recessão em 2011, de magnitude elevada, que persistirá em 2012. Esta recessão prolongada será acompanhada de uma contração sem precedentes do rendimento disponível real das famílias e de novos aumentos da taxa de desemprego" (cfr. Banco de Portugal - Relatório Anual 2010 - Avaliação Global, pag. 25).

Publicado Por Zélia Pinheiro em 22/5/11
Link do Post | Comentar
Zélia Pinheiro

Francisco Assis, no jantar-comicio em Vila do Conde: "Não se deixem enganar pela cantilena de que o País está pior".

Temas:
Publicado Por Zélia Pinheiro em 22/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (2)
Sábado, 21 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

José Sócrates em Évora: "O programa Novas Oportunidades fez 500 mil portugueses mais felizes".

Publicado Por Zélia Pinheiro em 21/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (2)
Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

Primeiro foi no debate com Sócrates, em que atrapalhou seriamente o PM demisssionário ao confrontá-lo com uma carta do governo ao FMI assumindo o compromisso de uma "grande descida" da taxa social única, descida essa já defendida pelo PSD e atacada pelo PS.


Agora foi a vez da privatização das Águas de Portugal, defendida pelo PSD e a ser alvo da contestação do PS de José Sócrates, mas que, ficámos a saber pelo Público, também constou em 2000 de intenções e estudos do Ministério do Ambiente então liderado por... José Sócrates. "Quando Passos leva uma banana, já Sócrates traz um cacho. Mais depressa se apanha um privatizador que um mentiroso", disparou hoje Louçã no seu mini-comicio em Lisboa.


Ou seja, a pre-campanha está a revelar-nos a mais improvável das convergências: Francisco Louçã a dar uma ajuda inesperada a Passos Coelho. Não será por acaso. As sondagens têm mostrado o que parece ser uma tendencia consolidada de voto útil no PS em prejuizo do Bloco. Amor com amor se paga e Francisco Louçã tem muito amor para dar.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 20/5/11
Link do Post | Comentar
Zélia Pinheiro

A culpa do pedido forçado de ajuda externa feito por Portugal não é só da crise financeira internacional e da crise da dívida soberana europeia, defende o Banco de Portugal, citado hoje pelo Público: "Os investidores internacionais singularizaram a economia portuguesa principalmente em função do elevado nível de endividamento externo e do baixo crescimento tendencial, em conjugação com níveis do défice e da dívida pública relativamente altos e superiores ao esperado".

Publicado Por Zélia Pinheiro em 20/5/11
Link do Post | Comentar
Zélia Pinheiro

Hoje de manhã, na conferência do Diário Económico, José Sócrates evidenciou dificuldades em responder a uma pergunta sobre os problemas de competitividade da economia portuguesa nos ultimos seis anos.

 

Um empresário interpelou-o, de forma absolutamente correcta, observando que, após ter ouvido o discurso de JS, lhe parecia que "os seus actos não reflectiam as suas palavras".

 

Na reacção de José Sócrates, não sei o que me surpreende mais: se a falta de fair play em resposta a uma pergunta fundamentada e mesmo educada, se a colocação da questão no campo pessoal ("eu não lhe reconheço nenhuma autoridade moral para dizer que as suas palavras correspondem melhor aos seus actos do que as minhas"), se o tom quase ameaçador daquele "eu não gostei do que disse - não gostei".

 

Mas acho que já sei porque é que Sócrates prefere conferências de imprensa sem perguntas, fotógrafos nem cameramen.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 20/5/11
Link do Post | Comentar
Quinta-feira, 19 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

Minuto 40. É espantoso como Francisco Louçã conseguiu ir saltitando pelo debate sem nunca ter apresentado uma ideia a que chamasse sua.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 19/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (3)
Publicado Por Zélia Pinheiro em 19/5/11
Link do Post | Comentar
Quarta-feira, 18 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

Depois da revisão do défice público de 8,6% para 9,1% do PIB ser atribuída à "nova metodologia" do Eurostat, agora é a vez de a revisão em alta da taxa de desemprego de 11,1% para 12,4% ser apenas o resultado da "nova metodologia" adoptada pelo INE na recolha de informação. Tudo é relativo e depende das "metodologias" no país de Sócrates. Wittgenstein parece que falava nisto: "As fronteiras da minha linguagem são as fronteiras do meu universo".

Publicado Por Zélia Pinheiro em 18/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (1)
Zélia Pinheiro

São os almoços que o PS oferece na campanha eleitoral na Madeira, assim juntando 800 pessoas, explica o Bernardo Ferrão na SIC.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 18/5/11
Link do Post | Comentar
Terça-feira, 17 de Maio de 2011
Zélia Pinheiro

O problema das Novas Oportunidades, diz Manuel Maria Carrilho, na TVI, é a confusão entre certificar competências e qualificar as pessoas. Qualificar pessoas é um processo lento, de aprendizagem, e o que as Novas Oportunidades fazem é um processo instantâneo de certificação de competências. Ora, explica Carrilho, "nós sabemos que, em termos de aprendizagem, José Sócrates gosta muito de processos instantâneos. Até pelo seu percurso pessoal, sinto que ele tem uma certa tendência para apadrinhar o fast-food educativo. Mas não há nada que substitua o tempo no processo educativo".

 

Está tudo explicado.

Publicado Por Zélia Pinheiro em 17/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (1)
Zélia Pinheiro

Não é que eu queira pedir uma auditoria, mas quantos dos "500 mil portugueses que obtiveram com o seu esforço e coragem uma melhoria das suas habilitações" através do programa Novas Oportunidades, como diz o primeiro-ministro / candidato José Sócrates, estão empregados e com uma vida melhor do que tinham antes?

Publicado Por Zélia Pinheiro em 17/5/11
Link do Post | Comentar | Ver Comentários (2)

Autores
Contacto
ruadireitablog [at] gmail.com
Subscrever Feeds
Redes Sociais
Siga o  Rua Direita no Twitter Twitter

Temas

'tiques socráticos'(6)

acordo(10)

administração pública(8)

ajuda externa(21)

alternativa(7)

bancarrota(13)

be(7)

bloco(11)

bloco central(5)

campanha(50)

cds(102)

cds-pp(12)

cds; psd(6)

comunicação(7)

constituição(6)

day after(8)

debate(12)

debates(52)

defice(8)

democracia(10)

desemprego(10)

desgoverno(11)

despesa pública(9)

dívida pública(11)

economia(20)

educação(19)

eleições(26)

esquerda(6)

estado social(23)

fiscalidade(14)

fmi(46)

futuro de portugal(17)

governar portugal(6)

governo(9)

humor(9)

josé sócrates(36)

legislativas 2011(6)

ler os outros(21)

maioria absoluta(26)

manifesto(32)

memorandum(38)

novas oportunidades(14)

passos coelho(13)

paulo portas(10)

política(15)

portugal(26)

programa de governo(7)

ps(108)

psd(73)

sair da crise(22)

saúde(6)

socialismo(19)

sócrates(63)

socrates(11)

sondagens(12)

troika(31)

tsu(7)

valores(6)

voto(9)

voto útil(32)

todas as tags

Últimos Links
Twingly Blog Search link:http://ruadireita.blogs.sapo.pt/ sort:publishedÚltimos Links para o Rua Direita
Pesquisar Neste Blog
 
Arquivos

Novembro 2011

Junho 2011

Maio 2011

blogs SAPO