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Rua Direita

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03
Jun11

A hora da verdade

João Távora

 

Está a chegar ao fim uma das mais determinantes campanhas eleitorais de sempre, cujos resultados, embalados pelo trágico destino a que o país foi conduzido, apontam para uma decisiva mudança de rumo. Nesse sentido, tudo indica que o CDS obtenha um resultado histórico e para tal empresa seja chamado a contribuir.
Para lá do capital de experiência exibido por Paulo Portas que genericamente se distinguiu por um discurso sereno e confiante, contruiu para este sucesso, uma luxuosa equipa de candidatos ao parlamento, enquadrados por muito voluntarismo e gente de inquestionável qualidade profissional e humana, que há muito vem desbravando o seu caminho. Apesar dum orçamento limitado, estou certo que os frutos desta campanha reflectirão uma lição de eficácia.

Finalmente é de registar que tudo isto aconteceu sem que o partido cedesse à domesticação ideológica e à tentação do “politicamente correcto”. O património ideológico conservador, personalista e cristão foi afirmado e preservado, o que prova que os valores de direita não são impedimento ao crescimento. É que o “povo” saberá sempre reconhecer o rasto à verdade, cujo valor é definitivamente o mais fiável. Mais ainda perante os ciclópicos desafios com que a pátria em breve se confrontará. Mas isso já é outra conversa: a cada dia basta a sua pena. 

 

Em estéreo

03
Jun11

Porque é que este é o Momento!?

Miguel Sanches

Com o aproximar do dia D muitos questionam se valerá mesmo a pena votar no CDS.

 

Sejamos pragmáticos. Por esta altura já é mais do que provável que nenhum dos partidos irá ter uma maioria que permita governar e aplicar o rigoroso programa de reformas exigido pela Troika em jeito de indemnização pelo desvario socialista dos últimos anos.

Aqui chegados, só um voto no CDS poderá impedir um cenário PSD+PS. Isto para não dizer que o PSD pura e simplesmente nada fez para merecer o voto.

 

O CDS, assume-se naturalmente como o melhor partido para defender as Pme's, para libertar os jovens do jugo do código contributivo (que foi aprovado também com os votos do PSD), para dar autoridade aos Professores. Com soluções focadas para pôr a economia a crescer com ética social evitando a exclusão.

O melhor partido para evitar o clientelismo, para não esquecer a agricultura e com a equipa mais coesa e mais preparada para assumir responsabilidades.

 

Este é o momento de, sem stress, votar convictamente CDS!

03
Jun11

Bancarrota

João Monge de Gouveia

Sócrates acusou ontem, o PSD e o CDS de nada terem feito enquanto estavam no governo e de o PS ter feito muito.

 

Se quanto à primeira parte nenhuma razão tem, quanto à segunda já tem e muita.

 

O PS fez e muito: deixou o País na Bancarrota!

03
Jun11

Anti-stress

Zélia Pinheiro

Gostava de fazer uma declaração de voto mais bem feita, como muitas que já li por aqui.
Podia falar dos vários pontos do Manifesto do CDS em que me reconheço.
Podia falar do carisma de uma liderança que se tem sabido afirmar ao longo dos anos e que reuniu uma equipa cheia de sangue novo que refresca a política nacional como há muito não se via.
Podia falar de muitas coisas, mas vou ficar por uma frase feliz desta campanha:
"Não há stress, voto CDS".

01
Jun11

País na bancarrota... campanha pobre!

Filipe Diaz

É verdade que estas são umas eleições particulares, em que o governo eleito a 5 de Junho encontrará em cima da mesa um programa de governo que lhe foi ditado pelas instituições internacionais e que, muito antes de ser eleito, aceitou e se obrigou a cumprir.

 

Mas esta pré-formatação não pode, nem deve, esgotar o programa do governo, e as ideias e soluções para a situação em que o país se encontra. O papel do próximo governo não pode, nem deve, resumir-se à mera implementação do acordo assinado com a troika e à acrítica gestão dos negócios do país segundo os parâmetros que lhe foram impostos.  

 

Sendo certo que nos próximos três anos tudo terá de ser feito para assegurar o cumprimento do programa a que nos obrigámos (e assim evitar a situação a que chegou a Grécia), é ainda mais certo que o mandato do próximo governo se estende para além do termo da ajuda externa e que, com toda a probabilidade, o momento mais difícil e, nessa medida, desafiante surgirá exactamente quando nos voltarmos a encontrar entregues a nós próprios (a propósito, leia-se o excelente artigo de Bruno Faria Lopes no I).

 

É com esse momento em vista que o próximo governo tem de conduzir os destinos do país, de assegurar que, retirada a rede internacional, a economia é capaz de crescer e de se modernizar, que os clientelismos estão desinstalados e o aparelho de Estado funciona com eficiência, que a educação atingiu novos patamares de excelência e as próximas gerações serão melhor preparadas, que o sistema de saúde é sustentável e presta de forma equitativa um serviço essencial àqueles que dele necessitam, e que a segurança social é viável e não caminha para o inevitável defraudar de expectativas construídas sobre pressupostos ultrapassados e incomportáveis.

 

Ora, chegados à recta final da campanha eleitoral, creio que podemos afirmar que assistimos a uma campanha em que pouco ou nada (de interesse) se discutiu, em que se olhou demasiado para o passado e o futuro do país não foi objecto de debate, em que, com raras excepções, os rumos a seguir e as soluções a implementar, constando de algums programas e manifestos, não foram analisadas, esmiuçadas e explicadas ao país.

 

A campanha que agora começa a dar os seus passos finais foi assim uma campanha pobre, sem promessas ou perspectivas, à imagem de um país na bancarrota.

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