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Rua Direita

Rua Direita

24
Mai11

Agir local, pensar nacional

João Távora

Há pouco no carro, a uma hora em que pouca gente a escuta, vinha eu a ouvir um interessante debate dirigido pela Maria Flor Pedroso na Antena 1 entre os cabeças de lista de Braga ao parlamento, em que os argumentos eram esgrimidos em função da realidade do distrito. Esta boa experiência vem reforçar a minha ideia da importância regeneradora das “campanhas localizadas” que decorrem à margem do “grande público” para os diversos círculos eleitorais e que põem os candidatos a deputados, a sua inteligência, acutilância e imaginação, em contacto directo com os seus eleitores. Para um parlamentarista como eu, é especialmente grato constatar uma focagem assim alternativa às inevitáveis campanhas dos líderes nacionais, cujo estilo e guião a duas semanas das eleições já se vão tornando num ruido estafado. 

De resto, em termos de Comunicação, atraem-me estratégias elaboradas sob esse princípio democrático da proximidade, como aqui referi, com base no excelente exemplo da campanha do círculo de Leiria do CDS, tão bem testemunhado no seu diário eficazmente difundido pelas redes. Acredito que uma boa parte dos candidatos à Casa da Democracia, por mérito próprio mereceriam muito mais atenção dos seus eleitores. Mas para que se promovesse no eleitorado uma perspectiva assim revitalizante da política, era necessário que a Comunicação Social emendasse alguns critérios editoriais, coisa infelizmente pouco provável tendo em conta a sua matriz conservadora, para não dizer outra coisa.

 

Em estéreo 

21
Mai11

Ainda o debate

João Monge de Gouveia

É verdade que o Passos Coelho ganhou o debate de ontem.

 

É verdade que se mostrou mais bem preparado, para o debate, do que Sócrates.

 

Mas também é verdade que as expectativas que Passos ganhasse o debate eram baixas.

 

Ninguém estava à espera que Sócrates, esse animal político, se deixasse encurralar por Passos Coelho.

 

Aliás, a prestação de Sócrates ultimamente tem sido muito má, em tudo, no debate com os empresários, com Passos Coelho, nos discursos que profere onde só fala das novas oportunidades.

 

Como aqui diz, o Paulo, e eu concordo plenamente, é o fim de um ciclo.

 

E sem duvida que é o inicio de outro, estou em crer que é o do CDS!

20
Mai11

back to basics

João Távora

Se este 1º ministro for deposto no dia 5 de Junho, pela 1ª vez numa noite eleitoral eu levantar-me-ei do sofá para ir prá a rua festejar. De resto hoje aconteceu o que melhor poderia acontecer aos portugueses: Sócrates, desgastado, azedo e insolente, perdeu o debate. Vou dormir mais descansado. 

20
Mai11

Coelho vs Sócrates

João Monge de Gouveia

Muitos portuguesses diziam que o debate de hoje entre Passos Coelho e José Sócrates era decisivo.

 

De facto, disso não há duvidas, o debate foi decisivo.

 

Decisivo para os Portugueses perceberem que o voto útil é no CDS!

20
Mai11

PPC VS JS

Miguel Sanches
Passos Coelho a expor um José Sócrates irresponsavel, perdido e sem rumo. PPC bem preparado e um JS que insiste no jogo das incoerencias do PSD e em propagandear que o mundo mudou pela enessima vez com o chumbo do 4'dos PeC's. Perante este triste espectáculo o voto útil só pode ser a coerência e responsabilidade do CDS.
20
Mai11

Debate Passos Coelho vs. José Sócrates

Sophia Caetano Martin
Passos Coelho está a sair-se melhor do que eu esperava. Está bem preparado, apresentado concretamente os erros do governo PS. José Sócrates continua igual a si mesmo: culpa o chumbo do PEC IV da situação actual, faz-se de vítima e interrompe o adversário sempre que não gosta das verdades que lhe são ditas. Mas ambos insistem em não apresentar um plano alternativo que tire Portugal do buraco onde se encontra. Ouvindo estes senhores, pergunto-me: acha mesmo "útil" votar em qualquer um deles? Tenho a certeza que não.
20
Mai11

O radicalismo justiceiro

Raúl Relvas Moreira

O fervor com que fala Louçã – o olhar inquisidor e o tom de permanente censura – não resulta da força das suas convicções, antes de uma profunda devoção de feição religiosa: para Louçã, a política é uma espécie de guerrilha religiosa, em que o dogma comanda o radicalismo justiceiro, sempre orientado para despertar em cada eleitor o pior que há em si.

 

Tudo quanto faz é destruir, jamais construir: não há uma ideia que não seja marcada pelo terrorismo ideológico que pauta a actuação do Bloco de Esquerda e que, bem se vê, o torna absolutamente inútil.

 

A desonestidade intelectual de Louçã ficou, ontem, uma vez mais, à vista de todos. Serve de consolo o que parece constituir já uma sólida tendência na evolução das sondagens: há cada vez mais eleitores a perceber que o caminho, seja qual for, não passa por dar força à esquerda radical.

20
Mai11

Debate Portas/Louçã

José Meireles Graça

Vi o debate no meio de uma barulheira de conversas entrecruzadas sobre temas candentes da actualidade, isto é, sobre Strauss-Kahn e a vitória do FCP, e alguns dos presentes requereram a minha abalizada opinião sobre os dois assuntos, que não pude negar. Fui ver ao Albergue se já lá estava o habitual comentário exaustivo de Pedro Correia, santo protector dos preguiçosos - e nada. Não seja por isso, que se me guardasse para quando ponho certezas absolutas no que digo, amanhã seria sempre cedo para me pronunciar. E aí vai uma impressão geral: Louçã, com o coração retórico a sangrar pela sorte dos desprotegidos, dá aulas pedantes sobre gestão do capitalismo. Um sistema que, na opinião dele, só ficaria verdadeiramente perfeito se deixasse de ser capitalista e passasse a ser outra coisa. Não é necessário gastar tesouros de imaginação para adivinhar essa outra coisa. E concidadãos meus, aos milhares, compram este discurso: um cansaço.

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